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Memórias irresistíveis

Capítulo 4 *4

Palavras: 1185    |    Lançado em: 26/04/2026

a observei da cabeça aos pés: cabelos castanhos, olhos castanhos; a boca que terminava num arco de cupido bem marcado e

za me achou u

incluía ela com seus perfumes. Estava tão envolvido

tomaticamente para o canto de onde vinha a discussão. Do hal

Felipe e como ele se aproximav

e virou com um pano na mão; estava limpando algo que

e teve um talento precis

nenhuma vadia - res

Bem no meio da inaugur

ndou vigiar

lhando. Não s

com você. Você vive em função do Felipe, e agora ele a

le te trai e ficar fingi

o ela tin

as v

eza o rosto ardia de raiva.

ria? - ele sussurrou no ouvido de

se jogar por aí, ainda tem q

de chorar. Senti

a boca

raço e a arrastou para um

osa, desconfortável. As pessoas ao redor fingiam não ter ouvido

óleo. Era isso que emanava: aquele cheiro de néro

m tempo. Se aproximou com aquele so

do por um bom momento - sussurr

ento ela está passando. Ela é

te podia... podia não m

ue ele se sentisse um idiota

arda suas descul

a recolher

sinto muito; se quiser, faço um

utra pessoa, eu nem teria me dado ao trabalho. Não que

desculpar por nada. Por favor, não vai embora. Foi uma situação... infeliz, mas não f

va envergonhada com a situação. Tecnicamente, ela estava trabalhando pra mim e queria ir embora antes de t

mas concordou. Afinal, a n

pontei para um

silêncio. A equipe estava ocupada com o bufê no sal

Tem vinho, um licor de café

ho tá

rrafa e procu

Acho chato ser tão formal - servi o vinho. - L

ais agressivo do que el

or cima da borda da taça. Era insuportá

que começamos mal

ar o vú - respondeu ela, g

também. Meu

zer,

que você faz perfu

ão tenha sido minha

se espalhou... Néroli, né? F

tende de

taria - me afastei da

ações enferrujadas rangendo. Porque uma coisa eram os encontros de uma noite, onde eu não precisava

ra de insinuação, um gesto, nada. Talvez o que me excitou foi o rosto indi

esfregou os braços, tentando se aquecer;

r - disse enquanto

sei pelos o

.. estou co

ar-condicionado está desligado. Voc

napés de uma ba

chef preparar algu

Não se incom

sviou o olhar enquanto eu colocava o casaco nela. Acho que ela olhou pra minha virilha. Eu o

na boca e senti um f

le jeito grosseiro. Tinha brilho, otimismo, juventude. Eu sabia que estava

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Memórias irresistíveis
Memórias irresistíveis
“Ele construiu um império baseado em controle e precisão. Ela cria fragrâncias guiada pelo instinto e pelo desejo. Eles se encontram uma vez - apenas negócios - e nada volta a ser como antes. Porque, no momento em que seus mundos colidem, algo mais profundo toma forma. Não é só atração. É reconhecimento. Do tipo que fica na pele, que vibra por trás de cada olhar, de cada toque acidental. Em particular, a conexão se torna inebriante - fácil, avassaladora, impossível de ignorar. Como se tivessem sido feitos para desvendar um ao outro. Ele não está acostumado a perder o controle. Ainda assim, com ela, a contenção escapa por entre seus dedos. Ela desperta algo mais sombrio, mais possessivo... algo que quer mais do que um gosto passageiro. Ela sabe que não deveria se apaixonar. Ele é tudo o que ela passou a vida evitando - poderoso, exigente, perigoso de maneiras que vão muito além da superfície. E, ainda assim, seu corpo a trai, inclinando-se à gravidade dele, desejando a forma como ele a olha como se ela já lhe pertencesse. O que eles têm arde rápido demais, fundo demais. Cada toque permanece. Cada momento se alonga. Cada limite se desfaz. Eles dizem a si mesmos que é temporário. Apenas desejo. Apenas calor. Mas um desejo assim não desaparece - ele se infiltra, se instala, toma posse. E quanto mais se aproximam, mais difícil se torna dizer onde a paixão termina... e a obsessão começa.”