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Memórias irresistíveis

Capítulo 5 *5

Palavras: 1119    |    Lançado em: 26/04/2026

ado as fotos nas redes sociais, mas elas

texturas e épocas. Se alguém caminhasse pelo centro, pelo coração da cidade,

cedo para me instalar com calma, para não entrar e

se acomodar -disse Felipe, in

bem -r

viamente, tinham reformado parte do interior. Alguns móveis da época tinham sido re

. Vendo-o assim, no seu elemento, com aquela segurança toda, bem vestido e sorrindo com gra

, numa mensagem no WhatsApp. Eu já tinha uma galeria co

se aproximava da mesa, eu me transformava em duas coisas ao mesmo tempo: numa mágica e, de novo, na vendedora de loja de cosmético

sencial de néroli sobre a madeira. Ia ficar mancha. Corri para absorvê-la com um pano de algodão. Entre o aroma

le: cabelo preto, fios grisalhos nas têmporas. Mais de quarenta anos. A voz era grave, me dava palpitaçõ

m pra ele, idiota",

ando fogo por dentro - eu já estava em chamas. Foi a sensação mais estranha de

firmar o que eu suspeitava. Ele estava ficando duro, e vê-lo ali, tão

a -disse eu, sorrindo, tentando

pouco maluco. Talv

pré

comigo quando começaram a

ri

ação meio estranha

ssomb

ouvirem isso, senão v

o ela, existem lugares, casas, onde as "energi

Ren

ocê a c

alha na e

m o Felipe. É ela

ária. Eu não tinha percebido -disse ele, enfiando as

ele não tem cérebro. Só usa o de ba

a com isso e ele so

muito dele, mas tem coisas

pe e Renata nos tirou do eixo - a mim, pelo menos, tirou. Hesitei. Talvez eu tivesse interpretado mal a intenção no o

as acho que já está na hora de ir -di

ndeu com o que

r quando devolvi a peça. Fiquei surpresa,

ér

Mas vo

o que

uando posso ir? -ele par

dar um, e você pode vir quando quiser. Mas

mão. Ele cumprimentou alguns pelo caminho enquanto íamos até o canto dos perfumes. O cartão q

-leu em

é o me

nto Felipe, do outro lado do salão, fazia sinais

Lívia, mas pre

ndo. Foi um pra

já vai

, po

rec

ou ter que te dar o

ócio -responde

tame

com a bolsa e uma mala de metal

s eu só olhei para ele, e ele se encolheu.

carona? -perguntou Dário, se aproximan

pelo app, tá a duas quadras. Fora

do app tamb

ifer

mos parados lado a lado, em silêncio. O ar estava fresquinho, e a agitação típi

a porta para mim e eu me

por ter vi

da pelo

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Memórias irresistíveis
Memórias irresistíveis
“Ele construiu um império baseado em controle e precisão. Ela cria fragrâncias guiada pelo instinto e pelo desejo. Eles se encontram uma vez - apenas negócios - e nada volta a ser como antes. Porque, no momento em que seus mundos colidem, algo mais profundo toma forma. Não é só atração. É reconhecimento. Do tipo que fica na pele, que vibra por trás de cada olhar, de cada toque acidental. Em particular, a conexão se torna inebriante - fácil, avassaladora, impossível de ignorar. Como se tivessem sido feitos para desvendar um ao outro. Ele não está acostumado a perder o controle. Ainda assim, com ela, a contenção escapa por entre seus dedos. Ela desperta algo mais sombrio, mais possessivo... algo que quer mais do que um gosto passageiro. Ela sabe que não deveria se apaixonar. Ele é tudo o que ela passou a vida evitando - poderoso, exigente, perigoso de maneiras que vão muito além da superfície. E, ainda assim, seu corpo a trai, inclinando-se à gravidade dele, desejando a forma como ele a olha como se ela já lhe pertencesse. O que eles têm arde rápido demais, fundo demais. Cada toque permanece. Cada momento se alonga. Cada limite se desfaz. Eles dizem a si mesmos que é temporário. Apenas desejo. Apenas calor. Mas um desejo assim não desaparece - ele se infiltra, se instala, toma posse. E quanto mais se aproximam, mais difícil se torna dizer onde a paixão termina... e a obsessão começa.”