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Esposa Abandonada, Vingança Bilionária

Capítulo 3 

Palavras: 844    |    Lançado em: Hoje às 13:41

ntada, piscando contra o sol. Por uma fração de segundo, ela pensou que es

inéis escuros de ma

la. A igreja. O vestido.

ora estavam abertas. A cama de hospital estava vazia. Os lençóis

a estava silenciosa, os lençóis protetores que ela ain

ha. Ele estava colocando um prat

desculpas. A torradeira está com defeito e o or

heiro de mão cheia, mas Julian havi

a. Arranhava o céu de sua boca. - Está tudo bem, Hend

está na biblioteca

minhas coisas no apartamento. Antes que... -

atrás de uma enorme escrivaninha de mogno, lendo

leve? - ele perguntou. Seu

bolsa. - Preciso fazer isso sozi

com pena quando ela chegou. Ela o ignorou e s

riu a

aixas por toda parte. Evidentemente, Bryc

ogar livros dentro dela. Suas mã

frente se

a par

avata estava frouxa, seus olhos, injetados. E

ou quan

xou as chaves caírem. - Queri

chou o zíper da mala. - Vim busca

as e agarrou o braço dela. Enfiou o jornal

cartório, tirada do outro lado da rua. A manchete gritava: NOI

- Bryce divagava, ignorando o jornal agora. - M

raço. Depois, olhou para o rosto dele

isse ela, com a voz assustador

- Você não sobrevive nesta cidade sem mim. Ouvi dizer que você fugiu com

ortante, inundou

s mais homem que

ryce. - Está quebrado! Você vai

a um abraço, um abraço

e vidro na mesa de entrada.

o o ponto de alavancagem que aprendera em um víde

a caixa. Ele parecia chocado. S

Stella. As palavras pairaram no ar. -

ceu. - Você se casou com

do meu

passou por ele, com o cor

rás dela quando ela alcançou a porta.

a. O som ecoou com

pernas tremiam tanto que ela quase deslizou a

vítima. Ela era Stella Sterling

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Esposa Abandonada, Vingança Bilionária
Esposa Abandonada, Vingança Bilionária
“Eu estava sozinha no altar da Catedral de St. Patrick, com trezentas pessoas encarando minhas costas, quando meu celular vibrou na minha mão. Era uma mensagem do meu noivo, Breno: "Eu não consigo. A Mônica precisa de mim. Sinto muito." O mundo parou. Mônica era minha madrinha e melhor amiga. A mãe de Breno, em vez de me consolar, cravou as unhas no meu braço e sussurrou que a culpa era da minha "carreirazinha" que o sufocava. A humilhação queimou o medo. Arranquei o véu de dois mil dólares da cabeça, peguei o microfone e fiz minha voz ecoar pela igreja: "O casamento está cancelado. O noivo está, neste momento, consolando a madrinha. As bebidas são por conta do covarde." Fugi para a Quinta Avenida, tropeçando no meu vestido arruinado, e caí literalmente aos pés de um homem em uma cadeira de rodas. Era Juliano Silveira, o "Filho Amaldiçoado" da elite, um pária deserdado e paralisado. Ele me olhou sem pena, apenas com uma frieza calculista. "Dia difícil?", ele perguntou. "Meu noivo está dormindo com minha melhor amiga", respondi, limpando o rímel borrado. Ele revelou que precisava de uma esposa para evitar que a família o internasse e tomasse o pouco que lhe restava. Eu precisava salvar minha dignidade e esfregar na cara de Breno que eu não estava derrotada. Ali, na calçada suja, olhei nos olhos cinzentos dele e fiz a proposta insana: "Você é solteiro?" Uma hora depois, saímos do cartório com alianças de vinte dólares. Breno riu, dizendo que me casei com um aleijado falido para provocá-lo. O que ele não sabe é que Juliano não é apenas um rejeitado; ele é o dono secreto do império que Breno sonha em trabalhar, e juntos, vamos destruir todos eles.”