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Esposa Abandonada, Vingança Bilionária

Capítulo 4 

Palavras: 912    |    Lançado em: Hoje às 13:41

a o saguão da casa, sentiu-se como um

digitava furiosamente em um laptop. Assim q

tella, largando as chaves na mes

lta do pulso dela, onde Bryce a havia agarrado. Se

tudo o que

velope grosso de c

convite par

a era elegante. The Dalton

Stella, lendo a data. - É hoje à no

ás. Minha madrasta me encaminhou por um mensageiro uma hora atrás. Ela quer que eu vá e me envergonh

areceremos fracos

atam

sticulando para sua mala. - Minhas roupas não s

an com naturalidade. Ele apertou um botão sob sua mesa. Henders

n. - Legalmente, elas pertencem ao Trust, então não posso vendê-las

estido de noite preto vintage da Chanel. Era at

alão de Festas d

s câmeras era

um Lincoln novamente - e desdobrou a cadeira de

havia prendido o cabelo em um coque austero, sem usar joias, ex

ulian para o t

. O "Filho Amaldiçoado" e a "Noiva

ivo e de lantejoulas da nova estação. Parecia barato ao lado do Chanel

e apro

orriso tenso e falso. - Pensei que vo

ezo explícito. - Belas rodas, Ste

r perto riram

e olhou para Bryce, com

- disse Julian, arrastado. -

genuínas da multidão. Bryce corou

passo à frente, tropeçando um pouco em seus

ápido do pulso. O líquido descreveu um arco n

ar as pernas para desviar, e girar a cadeira com

eso desajeitadamente para o lado. A cadeira de rodas avançou b

smoking, encharcando o ombro, em vez d

os puxadores para estabilizar a

do, mas composto. Seus olhos eram cacos

ressaindo no silêncio repentino. - Mande a

ois para Stella. Sua voz su

rou Stella. -

a - murmurou Julian.

onica. Ela saiu de trá

disse Stella, sua voz cortando o ambien

eira de rodas. - Vamos, querido

A multidão se abriu, abrind

da varanda. Julian olhou para ela. Havia u

garras -

ondeu Stella, com as mãos ainda

em seu bolso molhado. Ele

l o suficiente. Você acabou de decl

um sorrisin

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Esposa Abandonada, Vingança Bilionária
Esposa Abandonada, Vingança Bilionária
“Eu estava sozinha no altar da Catedral de St. Patrick, com trezentas pessoas encarando minhas costas, quando meu celular vibrou na minha mão. Era uma mensagem do meu noivo, Breno: "Eu não consigo. A Mônica precisa de mim. Sinto muito." O mundo parou. Mônica era minha madrinha e melhor amiga. A mãe de Breno, em vez de me consolar, cravou as unhas no meu braço e sussurrou que a culpa era da minha "carreirazinha" que o sufocava. A humilhação queimou o medo. Arranquei o véu de dois mil dólares da cabeça, peguei o microfone e fiz minha voz ecoar pela igreja: "O casamento está cancelado. O noivo está, neste momento, consolando a madrinha. As bebidas são por conta do covarde." Fugi para a Quinta Avenida, tropeçando no meu vestido arruinado, e caí literalmente aos pés de um homem em uma cadeira de rodas. Era Juliano Silveira, o "Filho Amaldiçoado" da elite, um pária deserdado e paralisado. Ele me olhou sem pena, apenas com uma frieza calculista. "Dia difícil?", ele perguntou. "Meu noivo está dormindo com minha melhor amiga", respondi, limpando o rímel borrado. Ele revelou que precisava de uma esposa para evitar que a família o internasse e tomasse o pouco que lhe restava. Eu precisava salvar minha dignidade e esfregar na cara de Breno que eu não estava derrotada. Ali, na calçada suja, olhei nos olhos cinzentos dele e fiz a proposta insana: "Você é solteiro?" Uma hora depois, saímos do cartório com alianças de vinte dólares. Breno riu, dizendo que me casei com um aleijado falido para provocá-lo. O que ele não sabe é que Juliano não é apenas um rejeitado; ele é o dono secreto do império que Breno sonha em trabalhar, e juntos, vamos destruir todos eles.”