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Esposa Abandonada, Vingança Bilionária

Capítulo 5 

Palavras: 675    |    Lançado em: Hoje às 13:41

a os atingiu assim q

a insistiu. - Aquele champanhe

retrucou. Ele recuou com a cadeira de

e trancou a porta. O clique da fe

ntindo o silêncio da casa envolvê-l

ão tinha visto antes. Estava cheio de maquetes de arquitetura. Arranha-céus em miniatur

"Ele deve ser um fã", pensou ela. "Ou talve

te, uma tempestade se

bem acima, sacudind

R

iscaram e se apaga

ravam-na da noite em que seus pais morrera

- ela

ma re

a lanterna. O facho de luz cortou a escuridão, ilumi

o escritór

itório, Julian

para pegar uma bateria de reserva para seu servidor seguro. O wi-fi ti

rd

jogou n

hão bem no momento em que a porta se abriu com um rangido. Ele arrastou as pernas at

a varreu o cômodo

! - Stel

errubando a lanterna.

sa. - O sistema de segurança... funciona em um circuito separado.

Ela passou os braços ao redor do

pu

o morto. E

rçando para levantar o peito dele do chão. - Par

nuar mole. - Peso morto parece mais p

Estavam emaranhados, com os membros desajeitados, a respi

relâmpago ilu

ão expressavam dor. Eram es

eus dedos roçaram seu bíc

m a voz trêmula. - Me chame da próxima vez.

eu estômago. Ela era tão sincera. Tão desesperada para a

o de uma babá

uma esposa, -

m um súbito zzzt. A

ntada em seu colo no chão. Ela se levan

hucou? - el

ian. - Apenas...

rilhando em seus olhos. El

o tempo. Ele olhou para o braço onde ela

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Esposa Abandonada, Vingança Bilionária
Esposa Abandonada, Vingança Bilionária
“Eu estava sozinha no altar da Catedral de St. Patrick, com trezentas pessoas encarando minhas costas, quando meu celular vibrou na minha mão. Era uma mensagem do meu noivo, Breno: "Eu não consigo. A Mônica precisa de mim. Sinto muito." O mundo parou. Mônica era minha madrinha e melhor amiga. A mãe de Breno, em vez de me consolar, cravou as unhas no meu braço e sussurrou que a culpa era da minha "carreirazinha" que o sufocava. A humilhação queimou o medo. Arranquei o véu de dois mil dólares da cabeça, peguei o microfone e fiz minha voz ecoar pela igreja: "O casamento está cancelado. O noivo está, neste momento, consolando a madrinha. As bebidas são por conta do covarde." Fugi para a Quinta Avenida, tropeçando no meu vestido arruinado, e caí literalmente aos pés de um homem em uma cadeira de rodas. Era Juliano Silveira, o "Filho Amaldiçoado" da elite, um pária deserdado e paralisado. Ele me olhou sem pena, apenas com uma frieza calculista. "Dia difícil?", ele perguntou. "Meu noivo está dormindo com minha melhor amiga", respondi, limpando o rímel borrado. Ele revelou que precisava de uma esposa para evitar que a família o internasse e tomasse o pouco que lhe restava. Eu precisava salvar minha dignidade e esfregar na cara de Breno que eu não estava derrotada. Ali, na calçada suja, olhei nos olhos cinzentos dele e fiz a proposta insana: "Você é solteiro?" Uma hora depois, saímos do cartório com alianças de vinte dólares. Breno riu, dizendo que me casei com um aleijado falido para provocá-lo. O que ele não sabe é que Juliano não é apenas um rejeitado; ele é o dono secreto do império que Breno sonha em trabalhar, e juntos, vamos destruir todos eles.”