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Por favor, papai

Capítulo 4 Meu corpo estava reagindo

Palavras: 803    |    Lançado em: 04/05/2026

ol

her que vestia apenas uma camisol

ontinuava acon

nte me esperava com outras intenções além do trabalho. Alguns dias depois, eu estava numa reunião co

u estava passando ou o que motivava essas tent

va me perguntar, pois já sabia

ar minha vida pessoal há anos,

ase da minha vida já havia se encerrado há muito tempo,

m nas relações complicadas e arranjadas que meu pai ideal

lguém que entendesse que era um acordo temporário e mútuo. Era algo limpo e simples... Assim, ninguém teria um filho que eu n

ou recentemente. "Sou o único que não tem. Sabe como é quando meus a

, ele entendeu mal, achando que eu estava me referindo ao tipo de mulher, então mudou de tática. Agora, ele

nha cama, sem dúvida fazia pa

carei, sentindo a tensã

depois desviou o olhar como se estivesse avaliando

? Não era eu quem deveria decidir se isso era apropriado? Me

lto, olhos cinzentos marcantes e lábios ligeiramente entreabertos, como se ain

ando antes de para

la murmurou, curvando l

a pessoa que estava no meu espaço privado, mas agia como s

s, murmurei: "Não tenho ene

em direção à bancada o

u não precisava, mais uma

a pagar o que quer que meu pai tivesse prometido a ela, mas antes que eu pudesse pegar o c

favor... não vá embora. Isso é só um sonho, não é? É só um so

ajoelhada na cama, com a bochecha apoiada n

e sua respiração quente roçava na minha pe

untou, se afastando um pouco pa

e uma frustração silenciosa: "Por que nunca parece certo? Tenho 23 anos... e nunca...

toalha e sussurrou com a voz embargada pelo desejo de conforto: "Mesm

confissão sincera ou o fato de que, contrariando meu bom senso e todos os

og

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Por favor, papai
Por favor, papai
“Aviso: Conteúdo para Adultos "Conte-me todas as suas fantasias sexuais, minha princesa." "Quero ser fodida, arruinada, sufocada e marcada até me tornar um caos de gemidos e lágrimas sem controle sobre os lençóis, papai." O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay. Embriagada, devastada e desesperada para esquecer, ela entrou no quarto de hotel errado e foi parar nos braços de Apollo Reed. Ele era um homem irresistivelmente atraente, de coração gelado, com quarenta anos de idade - o dobro da idade dela. Ele era tudo que ela nunca deveria querer, e tudo que ela nunca soube que precisava. Porém, a realidade bateu forte na manhã seguinte, quando ela percebeu que o homem que lhe deu o primeiro orgasmo da vida era seu novo chefe. Ela deixaria que ele a tomasse novamente? Ele a agradaria até que ela estivesse tremendo, implorando e completamente dele? Ou será que ela finalmente aprenderia que querer um homem como ele sempre tinha um preço? "Boa menina. Agora, abre suas pernas."”