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Por favor, papai

Capítulo 5 Vou fazer uma besteira no meu sonho

Palavras: 951    |    Lançado em: 05/05/2026

ac

cabeça como uma música ruim que

ma besteira

ra do estranho, e o rosto próximo à sua cintura, fazendo com que minh

to eu estivesse com o coração partido. Não importava quantas bebidas eu t

se afastou, pois eu ainda era uma mulher orgulhosa. E, com certeza, eu n

ria, para esquecer todo o resto. Essa era minha verdadeira forma de lidar com as coisas, não o álcool. Por fim, eu estava prestes a sentir um alívio do qual eu havia sido privada por muito tempo. Sendo

ndo dentro de mim se remexer, como se eu fosse

um homem mais velho? Se fosse... De

encostou no

rrepio percorreu

que fo

ão estúpida era essa pergunta. Claro que eu tinha u

meu redor, e meu olhar se desviou para baixo. Foi ent

Deus

nho... ou melhor dizendo, já que sob a toa

e assim. Eu queria dizer, o único que eu já havia visto n

assava pelos momentos íntimos sem se importar com meus sentime

tava faltando. Mas agora, diante desse estranho cujo corpo parecia esculpido em cada fantasia silenciosa

u sem pensar. Passei os dedo

", murmurei, mais par

firmeza, enquanto a outra segurava meus pulsos com delicadeza. Minhas costas encontrara

ara minha garganta, mas para segurar o lado do meu rosto,

ado, mas tudo o que eu conseguia pensar era: "Por fa

atraída por ele do que jamais estive em toda a minha vida.

olhos penetrantes cor de avelã.

tou em voz baixa, seu olhar

onfusa. "C

séria, e seus olhos se

você tem?",

de mim, uma ousadia que eu não reconhecia. Com

te para me virar

cando um pouco de espaço e

direito, mas isso era só um sonho, não era?

preso com meu tom, senti uma pontada de coragem e murmurei: "

, revelando uma tensão suti

sse sonho ficava

ão do homem se ergueu, e seus dedos roçaram

r duas vezes. Res

, seu tom não deixava espaço para evasivas. Minha respost

as palavras saindo mais su

quanto se afastava ligeiramente e passava a mão pelos seus cabe

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Por favor, papai
Por favor, papai
“Aviso: Conteúdo para Adultos "Conte-me todas as suas fantasias sexuais, minha princesa." "Quero ser fodida, arruinada, sufocada e marcada até me tornar um caos de gemidos e lágrimas sem controle sobre os lençóis, papai." O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay. Embriagada, devastada e desesperada para esquecer, ela entrou no quarto de hotel errado e foi parar nos braços de Apollo Reed. Ele era um homem irresistivelmente atraente, de coração gelado, com quarenta anos de idade - o dobro da idade dela. Ele era tudo que ela nunca deveria querer, e tudo que ela nunca soube que precisava. Porém, a realidade bateu forte na manhã seguinte, quando ela percebeu que o homem que lhe deu o primeiro orgasmo da vida era seu novo chefe. Ela deixaria que ele a tomasse novamente? Ele a agradaria até que ela estivesse tremendo, implorando e completamente dele? Ou será que ela finalmente aprenderia que querer um homem como ele sempre tinha um preço? "Boa menina. Agora, abre suas pernas."”