ac
cabeça como uma música ruim que
ma besteira
ra do estranho, e o rosto próximo à sua cintura, fazendo com que minh
to eu estivesse com o coração partido. Não importava quantas bebidas eu t
se afastou, pois eu ainda era uma mulher orgulhosa. E, com certeza, eu n
ria, para esquecer todo o resto. Essa era minha verdadeira forma de lidar com as coisas, não o álcool. Por fim, eu estava prestes a sentir um alívio do qual eu havia sido privada por muito tempo. Sendo
ndo dentro de mim se remexer, como se eu fosse
um homem mais velho? Se fosse... De
encostou no
rrepio percorreu
que fo
ão estúpida era essa pergunta. Claro que eu tinha u
meu redor, e meu olhar se desviou para baixo. Foi ent
Deus
nho... ou melhor dizendo, já que sob a toa
e assim. Eu queria dizer, o único que eu já havia visto n
assava pelos momentos íntimos sem se importar com meus sentime
tava faltando. Mas agora, diante desse estranho cujo corpo parecia esculpido em cada fantasia silenciosa
u sem pensar. Passei os dedo
", murmurei, mais par
firmeza, enquanto a outra segurava meus pulsos com delicadeza. Minhas costas encontrara
ara minha garganta, mas para segurar o lado do meu rosto,
ado, mas tudo o que eu conseguia pensar era: "Por fa
atraída por ele do que jamais estive em toda a minha vida.
olhos penetrantes cor de avelã.
tou em voz baixa, seu olhar
onfusa. "C
séria, e seus olhos se
você tem?",
de mim, uma ousadia que eu não reconhecia. Com
te para me virar
cando um pouco de espaço e
direito, mas isso era só um sonho, não era?
preso com meu tom, senti uma pontada de coragem e murmurei: "
, revelando uma tensão suti
sse sonho ficava
ão do homem se ergueu, e seus dedos roçaram
r duas vezes. Res
, seu tom não deixava espaço para evasivas. Minha respost
as palavras saindo mais su
quanto se afastava ligeiramente e passava a mão pelos seus cabe
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