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ioso, acolhedor e limpo, com tudo em seu lugar. Os móveis ainda não são muitos, mas foram escolhidos por mim com cuidado, moder
oração acelerado, mas leve. Me jogo no sofá de linho claro e fico ali, deitada, encarando o teto co
igo em voz baixa, como se dizendo e
rás de mim. Não precisei esconder minha dor ou medir minhas palavras. Esse es
silêncio confortável que me envolve. Pela primeir
mente, a mente
ncia, sim. Mas acreditavam que era um bom negócio. Que me traria segurança, visibilidade, estabilidade. Eles não sabiam, ou fingiam não s
selhos tardios, os julgamentos disfarçados de preocupação. Mas ao m
impulsiva. Que só fui embora porqu
de pensamentos. Não quero perder minha
a ou
ntrar logo. Ainda não decidi o que vai para cada cômodo, o closet está vazio, as gavetas também. M
assa com molho de queijo ou um
nde. Meu celular repete vibrações
MONT
ce mais distante agora. Como se per
continua por alguns segundos, depois vai pa
res, o silêncio sempre falou mais alto que qualquer palavra. Ace não era cruel. Mas era
vir sua voz. Não agora. Talvez nunca. Mas o fato é que ainda v
stelações artificiais. É tudo tão diferente da mansão, não existe mais
eso cair d
diu não viver pela metade. Que escolheu sair antes de se perder de si mesma. Ainda
a bagagem. Quando volto, já com as malas em mãos, o telefone está com duas chamada
ência. Roupas minhas, compradas por mim, dobradas do meu jeito. Não mais separadas por ordem de eventos sociais ou o que é digno de uma Mon
Uma massa com molho branco e cogum
branco. O céu está limpo. A cidade parece viva, mas não me
dele ainda viva em alguma parte silenciosa da minha mente, eu sei que
ou cuidan
u posso até ouvir o
se eu
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