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A noviça e o Conde Viúvo

A noviça e o Conde Viúvo

Autor: Mazane
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Capítulo 1 001

Palavras: 1111    |    Lançado em: 05/05/2026

er os corredores antigos. Era sempre assim, antes mesmo de as irmãs terminarem as orações da madrugada, Ma

voz cristalina e suave ecoava como se pert

atravessavam o claustro pa

ou Irmã Rosália. - Deus colocou música nes

las paredes de pedr

e outras vidas. E, mesmo agora, com seus vinte e cinco anos, formada professora e responsável pelas aulas das jovens internas e também

rou fundo. Um novo dia começava. Ela se levantou para preparar as atividade

zendo em mãos uma carta la

adre Constância. -

adre. Acon

fundo, observando

special. E acredito que Deus

, carregado de história. Um "A", entrelaçado com f

ra franzi

o... a casa nobre da

re as

lizmente, dos próprios filhos. A governanta escreveu relatando a situação. As crianças estão indisciplinadas, emocionalmente ins

se encolhe

u babá. Talvez el

nos de escola em casa. A família Alencastro tem muita tradição na região e gostam de mant

sentiu as mã

ão sei se

adre a tocou no om

a tinha o desejo de se tornar uma freir

ênc

ia Clara olhou para o brasão mais uma vez e percebeu que alg

ra essa missão

mãe que olha para a filha e diz

ir? - ela perg

deu a madre. - O carr

e Maria Cla

. tão

suas mãos. - Tenho certeza que Deus tem

o noviciado. Segundo ela, a vocação de Maria Clara não estava

té mesmo chegou a ter um namoro rápido e inocente, mas a saudade do único lugar que conhecia como lar a fez voltar para o con

angelical com grandes olhos verdes cor de esmeralda, a pele clara e aveludada como pêssego,

uma jovem de sua idade, ela era alta

*

lorosas e as meninas protestando por perder sua profe

, revelando um carro preto reluzente enviado pelo

a - disse a madre, s

inda que com os olhos

ta anos se aproximou polidamente e pegou a úni

, respirou fundo q

bosques e pequenas propriedades rurais. Maria Clara observava, silenciosa, a p

colunas antigas, ela prendeu a respiração. O motorista, que não

opriedade Alenca

s azuis e lilases e um vasto gramado formav

rva suave, o solar surgiu

stura de arquitetura europeia com toques colonial. E

do pelos Alencastro desde a época do Império. Afinal, apesar de o título n

aceno e colocou a bagagem na entrada, depo

tiu um frio percorrer-lhe, como se ao entrar naquele palácio

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A noviça e o Conde Viúvo
A noviça e o Conde Viúvo
“Apesar do título de nobreza não ter valor legal no Brasil, algumas famílias ainda mantém suas tradições e costumes. É o caso da família Alencastro. Neste cenário, Maria Clara, uma jovem professora e aspirante a freira, órfã, criada entre as irmãs do Instituto Santa Bárbara, é enviada pela madre superiora para trabalhar como babá e educadora no Solar Alencastro, uma propriedade imponente pertencente ao reservado Conde Álvaro Alencastro, um homem cuja frieza só não supera a frieza que reina em sua própria casa. Após a morte misteriosa de sua esposa, um caso envolto em mistério, Álvaro passou a ignorar quase completamente os filhos pequenos. As crianças, carentes e indisciplinadas, já haviam expulsado diversas babás. Ao chegar ao Solar, Maria Clara encontra uma casa cheia de sombras, mistério, regras rígidas e crianças que só querem carinho e atenção. Com sua alegria, sensibilidade, ela vai conquistando cada um deles e desperta algo inesperado no próprio conde, sentimentos que ele jamais experimentou, sobretudo porque seu casamento anterior foi um arranjo de conveniências familiares. Enquanto Maria Clara transforma a vida da família Alencastro, um segredo começa a emergir: A morte da antiga condessa não foi tão simples quanto as aparências sugerem.”