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A noviça e o Conde Viúvo

Capítulo 2 002

Palavras: 1486    |    Lançado em: 05/05/2026

ater. Uma mulher de meia-idade, postura ereta e expressão séria, mas

arte? - perguntou a govern

u, tentando disfar

rdomo - Seu tom era firme, mas os olhos demonstravam a

lencastro, senhorita. - Olav

para pegar a mala

ar que seja entreg

ixando Maria Clara c

cair ainda mais. O interior era majestoso, mas apesar de to

- Ele passa a maior parte do tempo no escritório da empresa, na cida

o. E as

ralice

apenas... marcadas po

guntou o que era es

te, sensível e extremamente carente. Por isso é um pouco rebelde. - Doralice deu um suspiro.

é uma sala iluminada por janelas

explicou a governanta. - Elas

de uma mesa: um pequeno carrinho de madeira com um horrendo rato de borracha a

amou ela, dando um

til e malandra ecoou

fechou

. por favor

u dois pares de olhos fixos nela: cur

s e H

nhada sobre o rostinho redondo. As bochechas rosadas contrast

aíam pelas costas. Mantinha o queixo erguido, a post

e Maria Cla

falou alto o suficiente para ga

essa não du

equeno. Os dois então dispararam, suas

sa faleceu. - Sua voz suavizou. - Nada prende a aten

São apenas crianças... e crianças ferid

Doralice

a há muito o

quadros antigos de ancestrais de expressão severa, homens de rost

nças - explicou Doralice.

mesas grandes e sóbrias pareciam enormes demais para crianças pequ

s aulas aqui -

ara oprimir e não aprende

ralice

. Disciplina. Estes são os horários das crianças. - D

ra tudo, desde o momento de acordar até dormir. E

s seguiram pa

la de música

elas que davam para o jardim. A mobília era escura e

omendada porque também

riança

deu um

muito bem e a iniciou no piano, mas depo

- Murmurou

s aulas quando o conde estiver em casa, ele não gosta de ouvir o piano. Há out

conde é um home

se abateu sobre ele. Venha, tenho algo para mostra

ta de folha dupla ricamente ornamentada

, os olhos de Mar

io preservado no tempo. Toda em madeira nobre com ental

m de Nossa Senhora de Fátima, vinda de Portugal, nichos abrigavam image

m convite ime

portas ficavam sempre abertas. Mas acredito que o conde não se importe que

hou as porta

s a senhorita deve estar cansada. Tal

a que Maria Clar

levá-la aos s

leza tudo er

oralice a guiou até o andar superior p

nde ficam do lado op

e madeira de folha dupla com o brasão da

r repleto de móveis que deveriam

quarto da

e as duas camas em dossel, a única coisa que poderia dizer que aquele quarto era de duas cria

e quarto acarpetado até uma

dá acesso a

um belo quarto decorado com luxo

ntenha a porta de comunicaç

nte

a que tinha a ver com

eições na sala de jantar dos empregados. As crianças fazem as refeições no salão junto com o conde, mas o conde é muito ocupad

ue aquelas crianças não precisavam d

apenas sem externa

, abriu o grande guarda roupas de madeira de lei e al

é a varanda e o

io. Foi quando viu um homem alto indo em direção à entrada principal do solar.

aguardou que alguém iria chamá-la, esp

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A noviça e o Conde Viúvo
A noviça e o Conde Viúvo
“Apesar do título de nobreza não ter valor legal no Brasil, algumas famílias ainda mantém suas tradições e costumes. É o caso da família Alencastro. Neste cenário, Maria Clara, uma jovem professora e aspirante a freira, órfã, criada entre as irmãs do Instituto Santa Bárbara, é enviada pela madre superiora para trabalhar como babá e educadora no Solar Alencastro, uma propriedade imponente pertencente ao reservado Conde Álvaro Alencastro, um homem cuja frieza só não supera a frieza que reina em sua própria casa. Após a morte misteriosa de sua esposa, um caso envolto em mistério, Álvaro passou a ignorar quase completamente os filhos pequenos. As crianças, carentes e indisciplinadas, já haviam expulsado diversas babás. Ao chegar ao Solar, Maria Clara encontra uma casa cheia de sombras, mistério, regras rígidas e crianças que só querem carinho e atenção. Com sua alegria, sensibilidade, ela vai conquistando cada um deles e desperta algo inesperado no próprio conde, sentimentos que ele jamais experimentou, sobretudo porque seu casamento anterior foi um arranjo de conveniências familiares. Enquanto Maria Clara transforma a vida da família Alencastro, um segredo começa a emergir: A morte da antiga condessa não foi tão simples quanto as aparências sugerem.”