a muito para o jantar e ninguém havia lhe dito
ncioso e imaginou onde estariam as crianças...
tão, como numa coincidência, o homem que
com expressão surpresa e
ve ser a
oz o tornava ain
ouco. O homem era bonito, tinha porte atlético, cabelos levemente
ontrar alguém totalmente diferente e também mais velho, o conde devia ter trinta e cinco anos. Mas aquele a
enhor -
como se a respost
esperava que fosse t
Quando ela tocou na dele, ele inclinou-se e beij
senhorita. Seja muito bem-
ão sabia se pelo gesto, pelo tom gentil
, senhor. A casa
- perguntou ele, com um b
s são adoráveis. Só
s sobrancelh
eram senhoras rabugentas... e muito chatas. - Sorriu, abrindo
entiu o coraç
- começou ela, reunindo coragem - gostari
m instante, mas não de form
crianças. - Ele riu, sincero. - Esse a
ra piscou
u pr
ceu acha
com Álvaro. - E, com uma leve reverência,
O homem gentil, belo e s
incipal se abriu e um homem entrou e
o, de postura impecavelmente ereta, vestindo um terno preto que parecia feito
ada por linhas firmes no rosto, sobrancelhas espessas, olhos escuros como a noite e
quele er
- Acabei de conhecer a senhorita Duarte. Ela disse que as cri
o primo e depois para Maria Clara
clinando ligeiramente a cabeça, mas dessa
as boas-vindas - disse o conde, com uma
ver. - Roberto sorriu. - E foi um gr
iração para Maria Clara,
mente para ela. Sua presença
não tenha sido inconven
ra engoli
berto... foi
desviar os olhos dela. - Eu deveria tê-la recebi
eendo,
sorriu. Apenas a observava,
encarar os olhos escuros dele, não como desafio, mas como algu
isse finalmente - É melhor co
sposta, virou-se
, os dela um pouco hesitantes. Sentia mais forte o peso daquele encontro e
talhada com o brasão da família Alencastro. Álvaro abr
espiração. O escritório não era ap
esa ricamente trabalhada a mão, havia um enorme quadro a óleo representando uma batalha naval do período imperial: caravelas em
om vitrais coloridos. Tudo ali ex
alava Álvar
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