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a gente não co
eito exatamente dois segundos antes da primeira palavra de um adeus. Cresci achando que todo mundo sentia isso. Que era normal. Que o mundo inteiro caminhava co
ue não era assim. Que a maioria das
ouv
a rastejando rente ao chão nas manhãs de outubro, do som específico que o vento fazia ao passar entre as árvores velhas no limite leste da cidade, do modo como as lamparinas das
ançavam, guardiãs de algo que dormia sob a terra com a paciência de quem sabe que o tempo não é inimigo. Eu não sabia o que era esse algo.
dendo a igno
o de uma melodia que parecia certa. Aprendi a fingir que minha cabeça era igual à de todo mundo: vazia das frequências erradas, cheia das preocupações certas. Nota
sobre o incêndio que apagou tudo que veio antes. Ravenmoor foi o que restou. Os Hargrove foram o que restou
ível dentro dos limites de uma cidade que não crescia e não encolhia,
Valecliff
segura, a ilusão de que era uma garota comum com problemas comuns - começou
u achava que sabia sobre mim mesma. Sobre o mundo. Sobre o tipo de criatura que pode existir nas sombras de uma cidade pequena quando ninguém
sabia ser possível quebrar. Houve noites na floresta e sangue na terra e escol
caminhonete preta parou na frente da mansão Vael e algo em mi
volt
antigas ainda, naquele sangue e naquela dor e naqueles dois pares de olhos que me olhavam de ma
riz, cada lágrima, cada noite em que achei que
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