ha esse jeito
por baixo da porta enquanto você dormia. Você acordava e simples
a cama de hospital e o rosto da Sra. Hargrove, que me acolheu sem muita cerimônia e menos ainda afeto. Sete anos de id
o tipo de cidade onde as perguntas c
u lado e deslizando para o assento em frente com a familiaridade de quem fazia aqui
ando o copo de suco na direção dele
iota com carinho, e nunca - em dezoito anos de amizade - tinha me deixado sozinha quando importava. Tinha cabelos escuros sempr
nico amigo de verdade, se e
do o saco de novo? - ele perg
chendo o saco. Isso é o e
Ay
Ka
ue eu nunca sabia bem como interpretar - séria demais para ser só amizade, l
mesa. - Mas se quiser dormir no sofá lá
de Kai, Reid, era o tipo de homem que preenchia qualquer cômodo onde entrava, não pela altura nem pelo volume, mas por alguma pr
curioso. Nunca p
do que realmente era, como maquiagem sobre um rosto cansado. As ruas do centro eram estreitas, calçadas irregulares, e as árvores que cresciam nas calçadas tinha
ndo Kai
va com os olhos fixos na rua paralela, a mandíbula levemente tensa, o corpo imóvel da forma que ficava q
? - per
disse. Mas
trução grande e escura que ficava vazia há pelo menos três anos no limite da rua mais antiga da cidade. Homens desca
rou a mansão?
rente
lhar de volta para o rosto de Kai.
sabe
esboçou um sorriso qu
isse. - Vamos embora
Eu sabia qu
assim
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