de que algo gélido havia tocado minha espinha permanecia. Eu olhei para minhas mãos; elas tremiam levemente. Não era medo comum. Era
mo um estalo, quebrando o tran
Blackwood sempre foi um homem de poucas palavras, um rochedo de estabilidade na minha vida caót
vera apoiado. Onde ele tocou, o balcão parecia estranhamente frio,
olhos da tarefa. - Ele sabia meu nome. Ninguém
o a névoa lá fora com uma intensidade que beirava a paranoia. Suas c
oor - ele finalmente disse, as palavras saindo pesadas. - Eles são perigosos. Não d
o se eu fosse feita de vidro. Eu tenho dezoito anos daqui a pouco,
os. Não eram os olhos castanhos reconfortantes de sempre; havia um lamp
ou, aproximando-se. - Ravenmoor tem dentes, Ayla. E pessoas como Dorian não vêm
o saltava na garganta, esperando ver aquele sobretudo escuro e os olhos âmbar novamente. Mas Dor
ele raramente fazia. O trajeto foi silencioso. A floresta que cercava a estrada parecia mais densa
mos em frente ao meu pequeno chalé. - Não abra para
i, você está
mbro, um aperto firme que transmi
Ayla. O mundo não
cio da casa parecia amplificar o barulho lá fora. O vento uivava nas frestas, e por um momento, jurei ouvir um
baixo, como veludo sobre p
muito zelos
inha sala, onde a luz da lua mal chegava, Dorian estava parado. Ele não tinha arrombado a
trou aqui? - m
ando seu sorriso enigmático. Ele não parecia
urrou, a distância entre nós diminuindo perigosamente. - Mas você... você não pert
ra me tocar, mas para sent
indo o calor do meu próprio sangue subir à pe
s olhos dourados brilhando co
única criatura cujo destino eu não consigo ler. E quero saber
movimento, apenas um piscar de olhos e a sala estava vazia novame
borda da floresta, vi dois pontos brilhantes nos observando. Não eram âmbar
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