ia pela escola antes
alec
aula. Uma família inteira. Irmãos. Pai e mãe adotivos, comentou alguém. Vindos de... onde? Ninguém
na minha carteira antes da aula começar, visivelmente animada. -
- murmurei, ab
paz de se empolgar
ada com a prov
eta e voltou pa
noite anterior, alguma coisa dentro de mim estava inquieta. Não era curiosid
am perto do
ia neles algo que escapava ao ordinário. Não era só a beleza, embora fossem perturbadoramente belos. Era o modo como se moviam,
qualquer ponto específico. Um dos irmãos ria de alguma coisa, com um sorriso fácil que sugeria que acha
terc
oi o único que não estava olhando para na
o do corredo
ue eu não consegui definir à distância - claros demais, escuros demais, alguma coisa entre os dois que não tinha nome certo. Tinha
a era a e
va - não varria, não deslizava, ficava - algo mudou naqueles traços. Uma fresta de al
iro. Por instinto, ma
hos de volta, ele ain
Ay
dois passos, e a presença dele era tão familiar e sólid
- pergunte
, apertado - que fez a inquietação no meu pei
para o
O
a ali algo que se aproximava de urgência, uma serieda
guntei, porque o sino bateu e o corredo
te a cabeça para o lado - como se eu fosse um enigma que ele já tivesse encontrado antes e ainda n
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