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ntia menos vista. Não que ela quisesse ser vista, aos vinte e dois anos, era uma das ladras mais hábeis da cidade baixa, mas a escuridão e a bruma lhe d
edas pendurada no cinto de um comerciante descuidado. Nem um
ã
ão, na verdade, de torres inclinadas que se debruçavam sobre o abismo como velhos cansados, janelas escuras como órbitas vazias e uma fachada de pedra negra coberta
as grades enferrujadas. As crianças atiravam pedras nos portões e corriam, rindo nervosas. Os ma
E tudo o que via naquela casa era uma oportunidade dourada. Tesouros esquecidos, relíq
fendas escuras com a precisão de quem já escalou cem muros como aquele. O
s. O vento gemeu baixo, fazendo as correntes de um velho balanço rangerem. Com um salto ágil e silencioso, Corinne aterrissou sobre a grama úmida, os joelhos
dos, uma porta de carvalho negro que p
eu com um rangido longo e profundo, um som que
piso de mármore branco, outrora impecável, estava rachado como vidro após uma queda. Folhas secas, trazidas pelo vento através de janelas quebradas, cobriam o chão em montes escuros. Retratos antigos pendiam da
e degraus quebrados que rangevam sob o peso mínimo
as não pudessem abrir. Seus dedos ágeis passaram por frascos de perfume ressecados, cujo conteúdo virara pó escuro. Por roupas desbotadas pelo tempo, tecidos que se desfaziam ao toque. Por uma caixa de música enferrujada que, quando tocada, soltou
a luz da tocha. Brilhava com um brilho interno, úmido e pulsante, como um olho que a observava. Corinne nunca vira nada igual. Quando o segurou entre os dedos, sentiu um arrepio elétrico percorrer sua pele,
mbiente. A madeira se soltou com o impacto, caiu no chão empoeirado e a chama se apagou quase instantaneamente, mergulhando o ambiente na escuridão. Quando sua visão finalmente voltou ao normal, a sala parecia diferente, mais fria, pesada, quase irreconhecível. Mesmo envolto pela escuridão, ele conseguia ver a fumaça
ouro, mas esquecem que t
do. Seu coração não batia mais como antes. Batia devagar. Pesado. Como se
, até que esteja completamente petrificado. A única maneira de reverter a ma
os de um animal encurralado. Sua respir
a voz ecoando vazia nos c
te. Apenas o chiado da tocha morta e
rente dourada não possuía mais fecho algum. Não havia abertura, emenda ou qualquer sinal de que pudesse ser removida. Estava presa a Corinne como uma algema moldada especialmente para ela. Quanto mais tentava arrancá-la, mais sentia o metal afundar contra sua pele fria. O rubi preso ao centro do colar brilhava intensamente
aixo da pele, na altura do esterno. Como se uma pequena parte de si já estivesse endurecendo. Como se um dedo de
s aos trambolhões, seus passos ecoando alto demais. Assim que atravessou a porta da frente, o silêncio mortal foi substituído pelo som
névoa. E a névoa, in
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