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Casamento de contrato com Dono de Fazenda

Capítulo 3 Regras, Ameaças e um Império que Não Perdoa

Palavras: 1881    |    Lançado em: 08/06/2026

ia Barreto e foi como se eu tivesse cr

ado, conversando alto, cada um sabendo exatamente o que fazer. Mais adiante, máquinas enormes - tratores, colheitadeiras, caminhões com caçamba alta - trabalhavam nas plantações, barulhentas,

era: ele não tinha apenas herdado terra, ele tinha transformado tudo em um império porque não aceitava o que era "mais ou menos", não aceitava limites, n

vam voltas no andar de cima e um jardim tão bem cuidado que não havia uma folha seca sequer no chão. Desci com as minhas botas, que ag

m rigor, olhos afiados como agulhas, postura ereta de quem manda há anos e não gosta de ver ninguém novo ocupar o espaço que ela considera seu. Ela desceu devagar,

é uma propriedade pequena, onde tudo é feito de qualquer jeito. Aqui, as coisas têm ordem, têm regras, têm jeito certo de ser feito. E eu estou há vinte anos cuidando para q

o pequeno, falso, que

a muito aqui tentando ser

não devia trabalhar na terra, que a nossa fazenda era pequena demais, que nunca chegaríamos

s dela, sem desvia

de vim e o que eu valho. Se a senhora cuida desta casa há vinte anos, parabéns - faz o seu trabalho direitinho. Mas eu faço o meu também, e ninguém, nem a senh

não esperava resposta, muito menos uma resposta tão clara. Antes que ela pudesse voltar com

para mim. Não havia expressão suave no rosto dele - era o homem que comandava

rto, sem mais explicações. - Qual

, agora com um brilho diferente: não era só antipatia, era aviso. Ela ia ser difícil, ia vigiar

e o tom de voz mudou: ficou mais duro, mais direto,

o, e agora tem deveres aqui. E não vem com história de que não sabia, po

as terras que se espalhavam ao redor, pa

companha nas visitas, nos almoços, nas reuniões com outros fazendeiros. Você age como a senhora da Estância Barreto, com respeito, com postura, como se

queixo erguido, já pronta

eu finja que gosto de estar aqui. Eu salvo a minha fazenda, cumpro a minha parte, e

sorriso de quem esperava exatamente essa

ma que coloque tudo em risco... - ele parou, chegou mais perto, os olhos escuros queimando de seriedade - ...eu não vou ter pena. O contrato diz que eu paguei a dívida de vocês, mas também diz que se qualquer condição for quebrada, o valor total volta a ser devido. E com juros ainda maiores. Se você me

va usando exatamente o que eu tinha medo: perder tudo, e ainda ficar

qui porque escolhi salvar o que é do meu pai, não porque tenho medo de você. Mas saiba: se eu cumprir o

medindo a minha coragem, e depois virou-se para ent

mostrar onde v

ciam valer fortunas. Tudo era silencioso, arrumado, perfeito - e frio. Subimos uma escada larga, e ele abriu a porta de um quarto que era maior do que toda

o que vai acontecer: fofocas, perguntas, desconfianças. E nós não podemos ter isso. Mas não se assuste: eu não chego perto de mais do que o necessário, não toco em

sa, e repetiu,

o você estiver dentro das regras. Se sair, a dívida

m. Ele era duro, era calculista, usava o acordo como arma. Mas ao mesmo tempo, eu via nele o mesmo tipo de h

seca. - Agora pode ir.

eu meia-volta e fechou a p

tinha construído com trabalho duro e mão firme. Vi o quanto ele era poderoso, o quanto ele controlava tudo ao seu redor. E vi também o tamanho do desafio que eu tinha pela

dono da minha dívida, o homem que me tinha comprado com um contrato. E que, se eu quisesse sobreviver aqui, se e

rte, e repeti para mim mesma, como uma promessa: Eu

eçado de verdade.

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Casamento de contrato com Dono de Fazenda
Casamento de contrato com Dono de Fazenda
“Eles tinham tudo para se destruir... até que um contrato os amarrou ao mesmo destino. Helena Albuquerque é a definição da bruta de coração mole. Criada na lida da roça, ela sabe manejar o gado e enfrentar qualquer peão, mas usa essa armadura para esconder as dores de um luto recente. Quando seu pai morre repentinamente, Helena se vê diante do maior pesadelo de sua vida: a fazenda da família está atolada em uma dívida milionária e prestes a ir a leilão. Otávio Barreto é o impiedoso herdeiro da estância vizinha. Um fazendeiro raiz, de poucas palavras, olhar intimidador e mãos calejadas, que comanda suas terras com punho de ferro. Ele tem o poder de salvar o legado dos Albuquerque, mas não fará isso de graça. Otávio tem uma condição inegociável para quitar a dívida: ele quer Helena como sua esposa. Para Helena, a proposta é uma humilhação inaceitável, um ato de pura ganância para unificar as terras da região. Mas, sem saída, ela aceita o sacrifício. Ela entra na igreja jurando odiá-lo por cada dia de suas vidas, prometendo que ele comprou apenas o seu sobrenome, mas nunca o seu respeito. O que ela não imagina é que, por trás da marra desse cowboy implacável, existe um segredo guardado a sete chaves: Otávio a deseja em silêncio há anos, e o casamento forçado foi a única saída desesperada que ele encontrou para protegê-la de uma ameaça ainda maior. Agora, trancados sob o mesmo teto, duas forças da natureza vão colidir. Entre brigas explosivas no curral, provocações à luz de lampião e uma tensão sexual impossível de conter, eles vão descobrir que o orgulho pode até ditar as regras... mas a paixão bruta é quem manda nesse chão.”