era sempr
rtos. Ela estendia a mão, sua boca se movia, mas nenhum som saía. E Elinor corrcado de suor. O quarto estava em breu total, o ún
u. Um ruído na
mesa de cabeceira. Seus dedos tocaram a su
rto se abriu c
abeceira da cama, o coração na garganta
ri
a cama. Ele carregava três sacolas de compras gran
ou? - exigiu Eli
- Alguns milhares de dólares tornaram o ze
Ele caminhou até o armário e o abriu, olhando para
le perguntou, virand
cama. Ela o empurrou com força no peito. - Saia
e está a Cece, Elinor? Eu comprei coisas para ela. - Ele
papel de seda rosa saindo de uma d
elha desceu so
ua garganta, cru e irregular. - Ela está morta! E
rick endureceu. -
osa cheio de babados. Ele o enfiou nas mãos de
, caro. Era o tipo de vestido que Cece teria
isou em cima dele, esfregando o calcan
s. Pegou um unicórnio de pelúcia e arrancou sua cabeça, as costuras
a? - ela gritou, a voz falhando. - Voc
presentes. Seu maxilar estava tenso, seus ol
cercada por tecido rasgado e brinquedos quebrados, o peito arfando. Su
r de Der
izado e alegre preencheu o
lhou para a tela, depois para Elinor,
ndeu. -
lo alto-falante. - Kiana teve um pesadelo.
a a esposa que o encarava com olhos sem
a caminho -
ê precisa se acalmar. Eu volto quando
quarto. A porta da fr
seu peito, um som agudo e lúgubre que não parecia o dela. Era a risa
O quarto inclinou para o lado. As
da cama, mas seus dedos se fecha
na quina da cômoda de madeira na queda. Uma
e pegajosa se espalhando sob sua cabeça. T
vasse foi um vislumbre de tecido rosa no chão, e
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