minho do elevador quand
raiva. Já a tinha visto histérica. Mas nunca tinha visto seus olhos ficarem vazios
botão do elevador. Kamryn estava
sua mente. O zelador tinha dito que ela não saía do apartamento há dias.
Derick
o corredor. Empurrou a po
mou, a voz ríspid
pa
um ângulo estranho. Uma poça escura de líquido se es
. O mundo se resumiu à mu
le a pegou nos braços, as mãos trêmulas. O rosto dela estava branco
tapinhas em sua bochecha.
Sua cabeça pendeu c
trêmulos. Ele ignorou o número de
z atendeu no
a. "Elinor está ferida. Ela está inconsciente. Sa
onou a mão contra o ferimento, tentando estancar o fluxo de san
O Dr. Alistair Finch, o médico da família Grant, entrou apressado,
na cama", o
uidado. Ele recuou, as mãos cobertas com o sang
e suturando o corte. Ele checou as pupilas dela, seu pulso, sua pressão arterial.
fastou, olhou para Derick.
usta. A queda foi resultado de seu corpo entrando em colapso. Ma
tão pequena, tão frágil. Os ossos de seus pulsos eram proe
, Derick pergunt
que como este, pode matá-la. Ela precisa de descanso. Precisa
ta e foi embora, com a
xou uma cadeira para a beira da cama e se sento
sol se pôs, lançand
a no travesseiro, a testa franzida. Lágrimas
mingou. "Por fav
, a mão pairando sobre a dela,
ulso de Derick, seu aperto surpreendentem
..." O resto foi uma torrente de murmúrios angustiados e incoerentes. Ele captou fra
linor se abri
u-se ereta. Olhou ao redor do quarto, os o
cabeceira da cama, o peito arfando. Ela levou a mão
de mim", el
almas para fora. "Você desmaiou
o intravenoso em sua mão, e depois de volta para o rosto dele.
ção desaparecendo. "Então, até dormindo você inventa histórias
ua, mas seu estômago a interrompeu. Um ronco alto
a a barriga lisa dela, e dep
am de humilhação. Ela desvio
ntamente. "Vou pegar
rvou sair, sua mão subindo para tocar o medalhão que ainda pendia em seu pescoç/0/19549/coverbig.jpg?v=e495e6a53bf49b771f3704591d553bc8&imageMogr2/format/webp)