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O Don e a Princesa Do Cartel

Capítulo 2 Isabela De La Vega

Palavras: 1425    |    Lançado em: 10/06/2026

a ferrugem, sal

xava tudo mais cru, mais feio, mais real. Os galpões pareciam esqueletos enormes espalhados p

gar, mas meu pai gostava

ualquer escritório luxuoso, porque ali tudo era conc

nseguia ver o lugar ond

al em silêncio e lá dentro

coberto até a altura do peito por um lençol branco que não escondia o bastante. O rosto tinha sido limpo, mas

ar por um segundo inteiro

meu lado e Mateo pe

ma traição contra a pequena parte de mim que ainda

ei diante da mesa, as

a com força. Meu pai estava imóvel. Silen

inava um ambiente. Até doente, irritado ou furioso, ele parecia impossível de ser venci

ou os dedos a

urro dela rasgou mais

inuei quieta, não por falta de dor, mas porqu

entia com os olhos e a jamais confundir gentileza com fraqueza. O mesmo homem que me proibiu de entrar em certas salas quando

voz de Mateo dando ordens

vigilância. Contatos. Ou

i e ele já estava ocupando o luga

i o

pode

se desculpou, nem

dela, vermelhos e molhados, repous

i ainda

teo deu um passo à frente. - E é justam

fosse uma reunião. - Alejan

minuto em que a notícia sair inteira, metade dos aliados do Don Diego vai tentar provar lealdade, e

tei da mes

gente ajoelhe e aplauda porqu

parem de agir

- A frase fez Al

u a voz ou levantou a mão, mas havia am

ite, mas com essa atit

ito bastardo arrogante. - A

colocou entre os dois an

i algo mudar em seu rosto. A tristeza ainda estava al

via acontecido. Mas p

vata, como se a simples existênci

hoje, eu assum

ado, respeito ou espera, a frase c

nha mãe pis

e opinião. - Mateo a

u, agora firme o bastante para me deix

u uma sob

herdeiro

esperança tivesse retornado por um segundo. Eu per

riso breve, se

lhar dele veio até mim por um instante. Frio. Calculado. - É mulher. - Depois desviou para Al

a cima dele antes qu

que pareceu humilhante. Alejandro tentou se soltar, ma

da em mim! - A

dentes. - Mas vou mandar em todos

ou fundo, mas a

nunca qu

o está

o som metálico pareceu ainda maior por causa do silêncio em volta.

frente. - Meu peito subia e descia com

de volta para mim, os olhos dele

ado, I

um passo. - Você

abeça, exausta, e Alejand

o galpão, fingiam não olhar, mas e

ínimo que o anel no meu dedo hav

vai s

para entender que

O

stumeira. - É assim que a casa se mantém. É assim que as alianças sobrev

- Minha mãe

melhor do que vocês que eu sou o mais

cioso - eu cuspi. -

mantém hom

tou o nosso

ateo me olhou com uma dureza que só con

idade e falou com a firmeza de uma mulher que ainda era dona

decide n

ido e já

Enquanto eu estiver viva, você n

alguns segundos, depois resp

eu duvidasse dele, mas porque sabia que Mateo jamais fazia ameaças vazias. - Vou reunir todos do c

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O Don e a Princesa Do Cartel
O Don e a Princesa Do Cartel
“Ela entrou na vida dele por acaso. Ele não acredita em acaso. Isabela De La Vega esconde quem realmente é. Benício McNight Kuhn controla tudo, menos ela. O que começa como desejo, vira obsessão... até que a verdade aparece. Um casamento. Uma aliança entre impérios. E uma traição que pode destruir tudo. Ele acha que foi enganado. Ela jura que nunca soube. Mas no mundo deles... a verdade sempre cobra um preço. E nem todos sobrevivem para pagar.”