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O Don e a Princesa Do Cartel

Capítulo 3 Isabela De La Vega

Palavras: 1848    |    Lançado em: 10/06/2026

onteceu dois

as caras demais. Todos diziam as mesmas frases: perda irreparável, homem respeitado, gra

ado, era temido. E, naquele mund

o sombrio. Mateo não chorou uma única vez. Recebeu condolências, apertou mãos, ouviu promessas de leald

o voltamos para casa

tava exatamente no mesmo lugar. A caneta sobre a mesa. Os mapas nas gavetas.

primeiro e fe

o. Alejandro apareceu logo depois, rígido

mãos sobre a m

hã, eu começo a re

e eu disse no porto? - minh

- Mateo deu um sorriso de lado. - Hoje teve a votação do cartel e acabei de receber

e deci

do cartel, 96%

de sempre. - Alejandro

precisava fazer isso direit

a você. - Minha mãe deu a vol

com frieza. - Agora você precisa pensar bem como se dirige a mim, nã

nha mãe parecia feita de vidro naquele momento. Não por fraqueza, m

com ele no pior s

paz de impedir que tudo isso afu

á aproveitando o cadáver dele

onal demais. - Mateo vi

a um covarde. -

adeira? Dar ordens a homens que te olhariam com

tasse, mas porque eu tinha passado a vida inteir

se bem. Fale pouco. Sirva à família de outro je

re d

mãe fechou os olh

r quando eu disser

z saiu firme. - Você

que for n

troca. - Minha mãe

em algum momento

u precisava ir embora, não havia mais casa, pai ou proteção. Havia apenas um homem se levantando sobre a

público o meu casamento com um homem do cartel. Pelo que eu lembrava, ele tinha mais de cinquenta anos, e eu não conseguia enxergar que tipo de benefício aquela união traria além

acrescentou, apoiando as mãos na m

sentindo o sangue

o minha - respondi

nte a cabeça, como se

o precisa

na mesa com força. O som ecoou pela sala, alto demais para

anos, e ainda assim estava

se ele, a voz carregada de uma cor

tamente na direção dele

a que tem vo

fechados ao lado do corpo, o olha

ou irm

ateo, sem qualquer hesitação. -

ê fazer isso com ela. - Alejandro a

rvoso, como se quisesse impedir a

tou devagar, a

icar - disse ele em

entando o olhar, mesmo menor, mes

icou p

passos dele, inclinan

do assim - disse, a voz baixa e c

u de uma vez.

em que a ameaça atingiu. O olhar dele vacilou por uma fraç

s, mesmo assim, ele

so - retrucou, mais baix

com força. A cadeira arrastou no chão, o som seco cortando o ambi

eo - pediu,

der - respondeu, se

- ela insistiu, tenta

- rebateu, apertando mais um pouco

ra trás, respirando pesad

dois antes que

ga - fal

ia roupa, como se nad

e, olhando diretamente p

to, recusan

ilêncio voltou, mai

s segundos e em seguida saiu da sal

u a mão pelo ro

- disse ele, ol

dele por um instante, sentindo

o posso

lo jeito que o o

desacelerou, como se estivesse ten

ecer mais velho do que era, eu comecei a arrumar uma mala. Pouca coisa. Dinheiro escondido. Documentos. Uma muda de roupa mais

ustou ao ver a mala sobre a cama, como se já soubesse, como se, no

ora - disse el

s dela se encheram

único

i deixar barato - continuou, segurando meu rosto entre as mãos quentes e trê

sso. - Balan

verd

meu pai. Não chorei por Diego de la Vega. Chorei por tudo, pela casa perdida, pela infância enterrada, pela mulher qu

, ela limpou meu ro

ra o

orei um segundo a

conder, porque o deserto engolisse nomes com facilidade, ou porque até minha

tregando um envelope. - Não é

o env

Alej

ão - respondeu, mas o

s pouco antes das três da manhã. Não me despedi de Aleja

mãe. O motorista não fez perguntas, e aquilo foi um alívio. O silêncio ao longo da

grafia antiga entre os dedos, eu assisti o céu mudar

e, eu já não era mais a filha

lher fugindo do p

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O Don e a Princesa Do Cartel
O Don e a Princesa Do Cartel
“Ela entrou na vida dele por acaso. Ele não acredita em acaso. Isabela De La Vega esconde quem realmente é. Benício McNight Kuhn controla tudo, menos ela. O que começa como desejo, vira obsessão... até que a verdade aparece. Um casamento. Uma aliança entre impérios. E uma traição que pode destruir tudo. Ele acha que foi enganado. Ela jura que nunca soube. Mas no mundo deles... a verdade sempre cobra um preço. E nem todos sobrevivem para pagar.”