onteceu dois
as caras demais. Todos diziam as mesmas frases: perda irreparável, homem respeitado, gra
ado, era temido. E, naquele mund
o sombrio. Mateo não chorou uma única vez. Recebeu condolências, apertou mãos, ouviu promessas de leald
o voltamos para casa
tava exatamente no mesmo lugar. A caneta sobre a mesa. Os mapas nas gavetas.
primeiro e fe
o. Alejandro apareceu logo depois, rígido
mãos sobre a m
hã, eu começo a re
e eu disse no porto? - minh
- Mateo deu um sorriso de lado. - Hoje teve a votação do cartel e acabei de receber
e deci
do cartel, 96%
de sempre. - Alejandro
precisava fazer isso direit
a você. - Minha mãe deu a vol
com frieza. - Agora você precisa pensar bem como se dirige a mim, nã
nha mãe parecia feita de vidro naquele momento. Não por fraqueza, m
com ele no pior s
paz de impedir que tudo isso afu
á aproveitando o cadáver dele
onal demais. - Mateo vi
a um covarde. -
adeira? Dar ordens a homens que te olhariam com
tasse, mas porque eu tinha passado a vida inteir
se bem. Fale pouco. Sirva à família de outro je
re d
mãe fechou os olh
r quando eu disser
z saiu firme. - Você
que for n
troca. - Minha mãe
em algum momento
u precisava ir embora, não havia mais casa, pai ou proteção. Havia apenas um homem se levantando sobre a
público o meu casamento com um homem do cartel. Pelo que eu lembrava, ele tinha mais de cinquenta anos, e eu não conseguia enxergar que tipo de benefício aquela união traria além
acrescentou, apoiando as mãos na m
sentindo o sangue
o minha - respondi
nte a cabeça, como se
o precisa
na mesa com força. O som ecoou pela sala, alto demais para
anos, e ainda assim estava
se ele, a voz carregada de uma cor
tamente na direção dele
a que tem vo
fechados ao lado do corpo, o olha
ou irm
ateo, sem qualquer hesitação. -
ê fazer isso com ela. - Alejandro a
rvoso, como se quisesse impedir a
tou devagar, a
icar - disse ele em
entando o olhar, mesmo menor, mes
icou p
passos dele, inclinan
do assim - disse, a voz baixa e c
u de uma vez.
em que a ameaça atingiu. O olhar dele vacilou por uma fraç
s, mesmo assim, ele
so - retrucou, mais baix
com força. A cadeira arrastou no chão, o som seco cortando o ambi
eo - pediu,
der - respondeu, se
- ela insistiu, tenta
- rebateu, apertando mais um pouco
ra trás, respirando pesad
dois antes que
ga - fal
ia roupa, como se nad
e, olhando diretamente p
to, recusan
ilêncio voltou, mai
s segundos e em seguida saiu da sal
u a mão pelo ro
- disse ele, ol
dele por um instante, sentindo
o posso
lo jeito que o o
desacelerou, como se estivesse ten
ecer mais velho do que era, eu comecei a arrumar uma mala. Pouca coisa. Dinheiro escondido. Documentos. Uma muda de roupa mais
ustou ao ver a mala sobre a cama, como se já soubesse, como se, no
ora - disse el
s dela se encheram
único
i deixar barato - continuou, segurando meu rosto entre as mãos quentes e trê
sso. - Balan
verd
meu pai. Não chorei por Diego de la Vega. Chorei por tudo, pela casa perdida, pela infância enterrada, pela mulher qu
, ela limpou meu ro
ra o
orei um segundo a
conder, porque o deserto engolisse nomes com facilidade, ou porque até minha
tregando um envelope. - Não é
o env
Alej
ão - respondeu, mas o
s pouco antes das três da manhã. Não me despedi de Aleja
mãe. O motorista não fez perguntas, e aquilo foi um alívio. O silêncio ao longo da
grafia antiga entre os dedos, eu assisti o céu mudar
e, eu já não era mais a filha
lher fugindo do p
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