e Gab
racão, as mãos ainda tremendo, o eco das palavras da Mariana
nte nem tava lendo. Levantou a cabeça quando entrei, e o que eu vi no rosto de
, o que tá
rou. "Gabr
retária. Depois de três anos construindo essa emp
aixa, quase um sussurro. "Mas... vo
s apoiadas na madeira. "Como assim você con
cordei com isso porque você é a úni
uncia noivado com outra na minha frente. Confia em mim, mas me rebaixa a secretária. C
nou a mesa, tentou segur
ê tá fazendo
castanhos encontraram os meus. "Mas é p
pra minha cabeça
brie
, me tirar o cargo que eu construí com as minhas próprias m
não e
. E quer saber? Nã
arada no corredor, a respiração ofegante, o coração disparado. As pessoas pa
brie
u atrás de mim como u
na minha sala? P
hos. Respirei
s pés em cima da mesa. As unhas vermelhas tamborilando no braço do so
porta, p
ec
ent
cê quer que
, você é a minha secretária a
o assim. "O que vo
ximou-se de mim com passos lentos, calculados, c
tros do meu rosto. "Você vai fazer tudo que eu mandar s
nem parece aquela estagiár
argou-se. "Só queria ganhar a
or
quero tudo q
de costureira. Não tenho dinheiro, não tenho
m o Alexandre. Ou tinha. Ele ainda
é isso?
eco, cruel. "Não, querida. Is
esma treinei, que eu ajudei, que eu ensinei tudo sobre a empres
má", su
a porta e, de repente, o sorriso mudou. Ficou mais doce. Mais
qu
itasse como sua chefe. Só isso
, do que
nto do olho. Uma sombra
exa
tinha visto el
encheram de lágrimas. A boca tremeu. Ela deu um passo
ata de novo, Gabriela
uca? Eu não
atório! Não precisa
rta a
á acontec
ana correu pra ele, as lágrimas já esco
que eu era uma impostora, que ia me fazer pagar por ter ro
e me provocou! Ela me
s castanhos se cravaram em mim. Não t
la, sai
Ela armou isso. Ela mudou
. Da.
sse. E sorriu. Aquele sorriso minúsculo, quase invisível, que s
eu
um clique suave. Do outro lado do vidro, Alexandre enxugava as lágr
m viu a
acredit
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