e Gab
ipo de lugar onde o chão era de madeira gasta, as mesas manchadas de copo e o ar cheirava
ira. O álcool descia queimando, mas pelo menos fazia o barulho na minha cabeça diminuir. A imagem d
erava te enc
hos e quase dei
lsos, um sorriso curto nos lábios. Sem terno. Sem gravata. S
ndo num bar tão humilde?", perguntei,
m pedir licença. "Eu tô fazendo a
is uísques. Um pra ele. Outro pra m
evia estaraq
or
ugar de gente que não
os olhos escuros fixos nos me
mas começaram a descer. Quietas. Grossas.
so tá aconte
u. Só ficou ali, o c
va. "E pra piorar, eu sou a secretária dela. A secretária. Eu que construí metade dos contratos da
com soluços e goles de uísque. Adrian ouvia. Não me interrompia. N
ão eu
cê s
qu
Alexandre. Antes do anúncio. Você s
iou o olhar.
ê sabia di
na mão. "Eu só o
De quem? Como as
e eu não posso
agora você." Bati o copo na mesa com mais força do qu
olhos. "E ainda
confiar em m
ovelos na mesa. "Inclusive, você não precisa t
curta. "Você com es
competente, conhece o mercado. Na Vascon
dre precis
ria da amante. Ele não precisa de voc
ala ass
ocê ainda ac
" Afoguei o resto do uísque. "Só
é tei
ê é ins
pequeno, mas verdadeir
beb
iam sentido, mais desabafos que eu nem lembrava de ter feito. O bar foi es
entando me levantar. As pernas bamb
onseguir nem and
sigo,
rro, me colocou no banco do passageiro,
prédio. A cabeça latejava. A boca tava seca.
mos, pr
chama de
você quer q
de chefe. Qualquer dia eu
u. "Que
e abri a porta. Mas antes d
Gabr
qu
olhos brilhando de um jeito que eu nunca tinha visto
ocê é bonit
qu
m sorriso brincalhão, sem mald
orpo ainda mole, a cabeça girando, mas alguma coisa den
mprometida,
. "Comprometida com um home
esse aí
ombros, ainda sorrindo
oite, A
do no corrimão. A cabeça girava. O coração tava estranho. Não er
o, olhei pela janela do corred
nda tava
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