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, Le M
o/2023,
o denso, com batidas que não se ouve, se sente no plexo solar. M
o Le Masque consegue esconder. Ajusto a minha máscara de cetim preto. Ela me dá o anonimat
luxúria contida. Mas meus olhos, treinados para detectar o qu
ssuindo aquela
dá vontade de passar os dedos ali e puxar, só para ver se e
vas e o decote em V é um convite perigoso, mas são as costas nuas, descendoção que se move com uma cadência que me faz esquecer como se respira. É
e um sorriso cínico que a máscara esconde. Vejo um idiota tentar
a. Gost
izer "não", porque torna o
lhares. E é exatamente essa independência que me irrita e
o tempo dela de dançar sozinha acabou. Afasto a máscara apenas para ajusta
da
estou saboreando o mo
ejo estalar como eletricidade. Ela ainda não me viu, mas eu já decidi: h
nto a outra repousa no bolso da calça do meu terno sob medida. A máscara de cetim aperta
tinto, desequilibra a ordem desse salão. As lantejoulas desenham a curva da sua bunda
ão recua como uma vítima; ela se esquiva como uma predadora que não quer ser incomodada. O modo como ma
evi
Eu não me movo. Não recuo para as sombras. Deixo que ela sinta o peso do meu escrutínio. Quero que ela saiba que
a vi. Sua respiração parece mais pesada agora, o peito subindo e descendo sob o decote profundo, e eu me pego acendendo por de
ra fora da proteção da coluna. O som do meu sapato de couro no chão de mármore é engolido p
o me
r
meu corpo invada o seu espaço pessoal, mas sem tocar. O cheiro da s
a sua atenção", digo, minha voz saindo baixa, um barítono que vibra rente ao seu ouvido, cor
linha da sua mandíbula. Estou esperando. Quero ver se ela vai fugir, se vai
espelho ou saiu natural?", ela diz e simplesmen
, e mesmo oculto pela máscara, meus olhos não esc
enquanto ela continua a se mover, mas a indiferença é o comb
costas nuas, e o desejo de passar a língua por aquela curva pecaminosa me atinge como um soco no estômago. Mantenho as mãos nos bolsos, ma
ase fundindo-se à batida grave da música. "O espelho é para os narcisistas. Eu prefiro observar o real. E o que eu vejo aqui é uma mulhe
a respiração atinja a pele sensível logo abaixo da sua orelha, onde o cab
ver como você tenta manter o controle enquanto eu invado o seu espaço. Mas cui
ulheres da Renânia que baixam os olhos diante do meu sobrenome. Ela é o caos em lantejoulas pra
com a pist
carrega mais desdém do que qualquer insulto direto. O modo como seus quadris balançam sob o brilho pratea
a petu
le, para mim, é um vício, e ela acabou de chutar a porta da minha zona de conforto. Sigo seus passos, mantendo uma di
maioria das pessoas consideraria intimidante. Não me sento. Fico de pé,
ém com essa postura de quem é dona do mundo escolhesse algo com mais personalidade. Ou t
iar os olhos dela por um segundo sequer. Analiso a forma como segura o copo, a força nos
ue você está tentando esconder atrás desse seu ar de superi
do à hortelã da bebida, e isso me irrita profunda
deixar sem palavras?", observo o modo ela pega o copo de drink e como seus lábios envolvem o canudo, a sucção lev
ente para me enquadrar na sua visão,
esafio? Desculpe
r é um insulto delici
onstatação de que encontrei exatamente o que não sab
mente a lateral do seu braço. Sinto o calor que emana de
ha voz descendo um tom, tornando-se uma vibração grave que sei que ela sente na pele. "E sim, foi um desafio. Mas se você não percebeu,
seu copo, mas sem tocá-la. Meus o
o que parece queimar
audácia calculada, toco a base do seu pescoço por apenas um segundo, sentindo a batida acelerada do seu sangue con
so de segurar seu queixo e forçá-la a en
é onde vai a minha paciência? Porque eu garanto... eu tenho toda a noite,
ue ela faz, virando-se de frente para mim pela primeir
Glos
ch! - Puta
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