nado baixo, quase animal, escapa da minha garganta. Minha mão, que antes subia o vestido, agora se espalma
nos dela, agora escuros como uma tempestade. "Você
haja mais um milímetro de ar entre nós. O fato dela estar ali, oferecida dessa for
enas dançar. Você queria que eu descobrisse exatamente o quão pronta você está para ser domada. Pois bem..
tímetro daquela pele que ela preparou para mim, enquanto minha boca busc
sobrepondo-se à batida surda que vem de fora do camarote. Senti-la retribuindo o beijo com t
ta e insolente. Ela é uma armadilha perfeita. O calor que emana dela, a umidade que en
enquanto minha mão trabalha com uma firmeza possessiva, explorando cada dobra da sua intimid
terno, o quanto essa falta de lingerie e essa entrega estão me levando ao limite. Meus dedos se movem em um
uxo levemente, olhando nos s
jo. "Pois eu vou te dar exatamente o que você quer, mas do meu jeito. Eu quero ouvir você perde
ntindo o modo como seu corpo me aperta, enquanto min
o tenso "O que acontece agora que você descobriu que eu não sou apenas um
percorrer minha espinha
para perder o último vestígio de reserva que ainda me restava. Ela não está apenas aceitando
a pela luxúria. O som da sua voz perdendo a forma, transformando-se em suspiros úmidos e ir
áspero, enquanto meus dedos se movem com uma precisão implacá
os meus dedos e a umidade que agora escorre pelas minhas mãos me deixa transtornado. Eu a pressiono ainda mais contra o c
u pescoço, não para apertar, mas para sentir a vib
s na penumbra. "Quero ver o exato momento em que essa sua audácia se transforma e
e ela carrega no olhar. Ver esse fogo de prazer e excitação queimando nas suas pupilas, enquanto ela ge
abertura. Minha mão que estava no pescoço agora desce, espalmando-se contra o seu ventre, sentindo os músculos da sua barriga se cont
, sugando o seu hálito entrecortado. "Veio para Mônaco sem nada por baixo des
o dela para o meu domínio. Quero ver tudo. Quero que ela se sinta completamente exposta
icando frenética, e um sorriso predatório surge no meu rosto. Eu não
brando de autoridade. "Eu quero ver esse seu fo
abre mais as pernas, entregando-se a essa exposição total sem o menor sinal de hesitação, o que me faz perceber que e
ão é?" rosno, minha voz saindo tão p
nas no meu ombro com essa facilidade, expondo esse traço de pelos e a sua nudez impecável, é um insulto à minha sanidade. Minha mão livre d
ondia sob esse vestido?" inclino-me, minha boca encontrando a dela em um beijo que é puro atrit
mas eu não poderia me importar menos. O mundo lá fora pode acabar em chamas, desde que eu
nte se misturando. "Peça para eu não parar. Mostre-me que e
exibe com tanta audácia. Eu quero que ela sinta o peso do meu domínio, e quero que cada célu
par
a minha perdição. O modo como ela deixa a cabeça cair para trás, expondo a linha do seu pescoço e entregando-
era como o granito. "Eu disse que ia tirar tudo de você. Ca
camarote, ditando a cadência do prazer dela. Meus dedos trabalham com precisão e uma força
e do seu pescoço, onde mordo e sugo com uma vontade predatória, qu
dela, enquanto meu polegar não dá trégua ao seu clitóris, levando-a ao to
udam de tom e a respiração trava. Eu não diminuo o ritmo. Pelo contrário, eu acel
regada de uma autoridade que não aceita recusas. "Quero
pasmo das coxas dela sobre os meus ombros, sabo
s, sem máscaras, sem nada alé
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