ais perigosa que ela poderia me dar. É um xeque-mate silencioso, e eu sinto uma descarga de adrenalin
do como ela me olha, com esse brilho debochado e quente por trás
an mal termina de limpar o mármore quando eu a puxo em direção às sombras. Atravessamos a lateral da pista, meu corpo abrin
bstituída por um âmbar difuso e pecaminoso. O som do clube chega aqui em cima como um
ra a parede de pedra fria do corredor, cercando seu corpo com o meu. Minha mão livr
uente contra a sua pele. "Pois saiba que eu não sou de brincar. Quando entrarmos por aquela cortina, o
s de couro capitonê, luzes baixas e uma garrafa de champagne Cristal intocada no balde de gelo
minha máscara e jogando-a sobre a mesa, revelando meu rosto, meu
dade que não admite réplicas. "Quero ver cada detalhe da sua expr
nto dos seus dedos desatando o nó da máscara. É uma tortura lenta, uma execuçã
ar faltar nos meus pulmões por um milésimo de segundo, uma f
la é um soco
vibrante, insolente. Seus olhos sustentam os meus com uma intensidade que beira a agressividade, e es
eria evitar se quisesse manter a minha sanidad
o tecido do meu colete. Minha mão sobe, lenta, e eu toco a sua mandíbula com as costas dos
que beira a raiva. "Eu passei a noite tentando decifrar o que havia por trás daquel
uco mais o rosto. Meus olhos descem para a sua boca e vo
agar caro, morena. Ninguém entra no meu radar e sai ilesa. Especialment
o quente roçar a pele dela ant
e impede de admitir que você me quer tanto quanto e
me i
itação, mas de pura prontidão. Esse 'nada me impede', sussurrado com
calor da respiração dela contra a minha pele atua como um rastil
um rosnado baixo e possessivo. "Adoro quando não
no cabelo dela enquanto eu a puxo para mais perto, eliminando qualquer espaço que ainda pudesse existir en
há mais necessidade de p
domina e reivindica. Minha outra mão desce com força para a sua cintura, apertando a carne macia sob o tecido prateado, p
Empurro levemente até que os joelhos dela toquem a borda do estofado e ela se sente, mas eu não me afasto. Fico entre suas pernas
inha boca descendo para a linha do decote enquanto minhas mãos começam a subir o vestido. "
u ombro, deixando uma marca que se
olo. "O que essa sua boca atrevida vai pedir quando eu
pedir
e empalidece diante do som do sussurro 'Vai pedir mais' e sua respiração curta
lo da sua orelha com uma força que beira o castigo. "Peça com todas as letras o que
o sentir a barreira da lingerie dela antes de removê-la. Mas minha mão para no
ixam no que aca
não há renda, não
mente depilada, revelando apenas um traço estreito e provocante de
pose de mulher inabalável me deixa possesso. Ela vei
Glos
mmt -
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