el
onheço! - Maia, uma de minhas amigas, grita mais alto que a músic
a vida inteira para me dar tudo o que nunca tiveram. E hoje, pela primeira vez, sinto que consegui retribuir parte disso. Afinal, estamos comemorando a m
nçar esse momento. Agora que
zendo algazarra. Nossos copos tilintam n
ante. É nesse momento que me esqueço de tudo e fecho os meus olhos para mergulhar nas ondas sonoras. As luzes neon se misturam à fumaç
me aborda com cautela. As meninas param de dançar e eu
dro transparente, onde algumas pessoas estão se divertindo. Mas um homem em especial está encostado na parede,
a e, sem pensar duas vezes, ela envolve os ombros d
eninas! - Ela grita animada
s, um ambiente colorido e sofisticado entra no meu campo de visão. Lindas e exuberantes garotas estão dançando abraçadas a homens aparentemente poderosos. De um laozinha, ok? - Marie sussu
Contudo, uma presença imponente, quase possessiva, se instala bem atrás de mim. Mexendo-se no meu ritmo mesmo sem ser convidado. O calor do corpo dele me faz prender o ar. E mesmo sem olhar para trás para vê-lo, consigo sentir um tipo de inten
risson gostoso. Fecho os meus olhos e me deixo levar. E quando a sua mão se espalma na minha barriga, a minha cabeça vira para o lado e a sua boca toma a
olvo a sua nuca e aprofundo o beijo como se dele dependesse a minha vida. O meu corpo é chocado contra uma parede de vidro. P
u olhar tão negro como
mureta. Penso, mas não o
iz, áspero e rouco, per
e me guia para dentro de um corredor curto, com luzes vermelhas
rita dentro da minha cabeça. A
avia uma cama espaçosa demais, coberta com lençóis de seda negra e os travesseiros revestidos com tecidos da mesma cor. Do outro lado, prateleiras com luzes
em mim. A veia lateral em seu pescoço chega a saltar. Inevitavelmente meu olhar percorre as suas vestes negras. Uma camisa de botão, com
ais um beijo. Me esqueço dos meus medos. Dos receios. Me esqueço de tudo. E quando tudo se incendeia dentro de mim, me pego gemendo em sua boca. O estranho grunhe. Se livra das min
tas. Contudo, ele para, e o seu olhar, agora cheio de perversão, encara o meu. Ofegante, o encaro. Mas nada se passa em minha cabeça.
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