el
arrastado, ofe
ndo-o ali por mais tempo. Seus dedos apertam o meu bico entumec
le começa a fazer uma trilha de beijos, descendo p
inha cabeça dá um giro de cento e oitenta graus quando ele abre as minhas pernas, e a sua língua serpenteia ávida pela minha inti
avor! P
ou prestes a explodir, ele para tudo, deixando-me frustrada e ardendo de dentro para fora. Observo-o ficar de pé. O seu olhar, ainda gelado e duro como uma pedra, encara o meu, enquanto as suas mãos desfazem a fivela do cinto da calça. Ele se livra das ve
os se cruzam nos meus, e no mesmo instante, ele as leva para acima da minha cabeça. Então começa a se mover. Firme. Forte. Profundo. Meus sons se tornam mais alt
meu lado, extremamente ofegante. Ainda estou me recuperando do impacto do prazer que esse homem foi capa
go parcialmen
o que
le faz algo que faz o meu sangue
tando-me no meio da cama e encarando as dezenas
ê foi extraordinária e
, salto para fora da cama, junto cada nota, amassando-as
ua prostituta! -
se abalar com
- rebate, calmo, sem vida. Tão
o seu dinheiro
ro dur
um preço, garota. Eu achei
ompo, possessa, e começo a
mplacável. - Porque e
ta força que ele chega a virar o rosto para o lado. Termino
becil! - rosno, e saio do quarto no me
*
hã seg
r uma brecha de olhos preguiçosos, seguida de um resmungo manhoso, usand
mami! - A minha voz sa
sta em Relações Corporativas e
e nome me faz abrir a
ou um salto exaspera
tante. - Ainda está cedo. Só queríamos fazer uma surp
os, o buquê de flores simples e um
rr
onada e os abraço de uma só
ilha! - Recebo um beijo casto no topo
isso e muito mais
ho para a bandeja. - Oh, o que tem
a. - Seu pai fez as suas panquecas preferidas
que tanto ama. - Ele compl
são os m
chas exageradamente, ar
ão para o seu es
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