perfeita para f
distante, como se viesse de outro mundo. Lara colocou uma cadeira de praia que encontrou no armário,
osa, infalível. A massa ficava fofinha, a cobertura cremosa, e o cheiro invadia a cozinha inteira.
da - murmurou, mo
no seu quarto na casa dos pais, ouvi
. Sozinha, mas livre.
pcakes - disse, levantando o d
e mordeu o cup
ouviu uma po
hou par
da dela por uma pequena distância.
mento, uma mu
e fogo. Olhos verdes, maçãs do rosto altas, lábios vermelhos como vinho. Vestia um roupão de seda
o cupcake a meio
celular, com uma expressão entediada, os d
onheceu
er da noit
ficou vermelho
- sussurrou,
lhos do celular. Seus olhos
a tentou so
m Lara, o pijama , o cabelo preso num coque bagunçado
guntou a mulher, com um
Mendes. - Mu
para ela, depois para a va
em nenhum entusiasmo.
r simpática. - Quer um? Fiz uma fornad
a arqueou uma
Ela fez uma pausa. - Ou glúten. Ou
pis
em. Mais pra
is, seus olhos se desviaram para o interior do apar
m que não parecia elogio. - Mas precisa de
uma pontada
avô. Ainda não ti
uiva deu um sorris
er voltou a olhar para o celu
ntou de novo. - Você
levantou os o
oderia d
m à noite. - Lara riu, sem graça
Em vez disso, seus olh
ê nos
ou. - Sem querer, claro. Eu tava n
terrompeu a mulher,
a p
esc
. - A mulher ruiva cruzou os bra
iu o rost
ropósito! A janel
olta. - Da próxima vez, mantenha a jane
iu a porta do apartamento
echou com um
randa, com o cupcake ai
siva? - sussurrou. - EL
eira, olhando para o cupcake
com raiva. - E ela não mora lá! Ela só tava v
ndo o rosto da ruiva sendo esmag
n", "não como lactose" - imitou a vo
ro cupcake e
para suas roupas. - Tudo bem que eu tô de pijama,
cupcakes em menos
respir
u. - Vou tomar banho, me arrumar, e sair pra encontrar a
chou a porta da varanda com fo
ou sua mente. A imagem da mulher ruiva com seus ol
vel - murmurou, em
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