sentada num café aconchegante
o que realmente ficava numa esquina. Pequeno, com mesas de madeira
numa mesa perto da janela
enou animadament
bolsa na cadei
mora. - Ela sorriu. - Tiv
ergueu uma sobrancelh
cino pra mim. E um pedaço de bolo de cenoura. Eu pre
a r
u o garçom e fez o pedi
espiro
i, tudo tem sido u
k,
mobiliado, a vista é incrível, e eu quase chorei quando entrei. - Lar
- Maya inclinou
aixou
ndo relações. Na var
egalou o
briu a boca com
ara enterrou o rosto nas mãos. - Gemidos, palavra
ou uma ga
rgonha! Eu t
beça. - Fiquei vermelha por hor
ainda
acalmou. - Você disse
a mulher. - Lara fez uma careta.
vantou as sobrance
história inteira. A mulher ruiva no roupão de seda, o olhar desdenhoso, o c
ica? - Maya quase enga
ijama e comendo cupcake. - Ela fez uma pausa. - Tudo be
olha, Lara, pelo que você descreveu, ela parece ser daque
- Lara imitou o tom arrastado da mulher. - "Não como açú
riu d
muito e
que o garçom trouxe. - E ela não mora lá, Maya. Ela s
ja namorada
gole no café e refletiu por um segundo
clinou
conheceu
te se encontrou no elevador hoje. Eu disse "bom dia", e
ue
s metros, cabelo castanho escuro, olhos pretos, ombros largos, e uma cara d
- Maya sorriu.
se engasgou. - Maya,
os mais bonitos. - Maya
apesar d
morada dele é pior. - Ela tomou mais café. - Tô co
bou de chegar. Vai levar tempo pra se adaptar. Mas olha
sor
tou o copo. - Por amiz
ue valem a pena.
bebera
ando-se -, amanhã vou voltar na loja. Pr
te ajudar a montar um guarda-roupa in
ma ótima a
ora, me conta mais sobre seus
. - Lara sorriu
u. - A gente marca um di
ech
xas, sobre seus pais, sobre a morte do avô. Maya contou sobre sua
ente foi embora, j
para o prédio com u
tenho a May
mento, entrou, e
o som de piano começou a to
sus
casa. E, provavelm
- Amanhã vou fazer mais cupcakes. E vou comer todos
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