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ter um pacto secreto contra
cheados voando em todas as direções enquanto atravessava a estação como uma lunática. O
s de atraso. Dez
sua própria estupidez por ter acreditado que chegaria cedo no primeiro dia. A bolsa int
que custavam mais que o aluguel do restaurante de seus pais caminhavam com a calma de quem nunca precisou correr atrás
s durante duas semanas, decorado cada corredor, cada sala, cada possível rota de fuga caso algo desse
ncioso. Apenas o zumbido das luzes fluorescente
. Porta
r escorria pela sua nuca, e ela passou a mão nos cabelos num esforço inú
ê já parece uma sem-
chamasse atenção. A porta rangeu levemente, e Helena desliz
o func
ela. Alguns com curiosidade, outros com tédio,
alunos que fizera
m no centr
... grande. Não apenas de altura, embora ele devesse ter quase 1,90m, mas de presença. Os ombros largos pareciam preencher todo o espaço atrás dele, o terno cinza-escuro aju
s. Deus,
aldas. Mas absolutamente ge
eceu como s
A voz era grave, rouca, com um tom de autoridade que fazia a sala
palavras que ela ensaiou durant
nhorit
uve um problema téc
seu nome, não uma
Alguns alunos riram baixinho. Ela apertou a alça da moc
. Helena
otou algo em um caderno. - Aqui, atraso é falta. E três f
palavra saiu mais baix
a roupa amassada, com uma expressão que Helena não conseguiu decifrar. Não era desprezo. Também não er
E não se atr
Caiu na cadeira como se as pernas tivessem desistido de sustentá-la. O
eguia tirar
ula como se a interrupção nunca tivesse acontecido, a voz grave preenchendo a sala com conceitos de microe
lutamente, ridiculament
o se esqueç
o abertamente. Mas Helena sentia seu olhar às vezes, um peso invisível na lateral d
m ousava responder errado. Um aluno chamado Thomas arriscou uma resposta hesitante e
rilhando com algo que parecia prazer sádico. - É sobre saber. Se n
levantar a mão e mostrar que ela sabia. Que ela tinha estudado. Que
ta. E odiou cada s
antar. Precisava sair daquela sala. Precisava de ar. Precisava de um lugar ond
! Es
s presos em um coque perfeito e olhos verdes que brilhavam com uma energia contagiante. Ela usava um ves
dade, mas todo mundo me chama de Beca. Também sou de Economia. Sentei na sua fr
a mão dela, a
empre é
o tem medo dele. Dizem que ele reprova quarenta por cento da tu
lena suspirou
ambém. Vem, vamos ao refeitório. Você precisa comer alguma coisa. Eu preciso comer
os. Mas havia algo em Beca que parecia genuíno. Uma abertura, u
ou, um sorriso tímido ap
elas de vidro do chão ao teto. O cheiro de comida quente preenchia o ar, hambúrgueres grelhados, batatas fritas, mac
uma fila curta e
perguntou, olhando
calculando mentalmente o dinheiro na carteira. Ela
antes que Helena pudesse protestar. - E dois refris - Ela vir
não pr
lena pudesse argumentar, entregando uma nota de vinte à aten
lena mordeu o hambúrguer com um prazer quase culpado, a carne suculenta, o
nclinando-se para frente,
. De onde
que você parecia uma fugitiva de f
ando os lábios c
êm um restaurante perto de Crown Heights. - Ela
abrir um resta
funciona. Como as pessoas ficam ricas. Como sair do lugar onde eu
u, mastigand
eu olhei para eles e vi duas pessoas que trabalham feito condenadas e nunca têm tempo para nada
i conseguir? - Helen
vou tentar. E se o professor
go que não sentia há muito tempo: a sens
ador assim? - Helena pergunt
e fez uma aluna chorar na primeira semana. Em público sem dó. A garota errou uma fórmula e
entiu um
e ho
te sabe o conteúdo, ele reconhece. - Beca deu de ombros. - O pr
nciando o início d
? - perguntou Beca, levanta
stica. S
a bateu palmas. - Vem,
vez desde que entrou naquela universidade, Helena sent
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