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Com prazer, Senhor Professor

Com prazer, Senhor Professor

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Capítulo 1 O preço do atraso

Palavras: 1883    |    Lançado em: 29/06/2026

ter um pacto secreto contra

cheados voando em todas as direções enquanto atravessava a estação como uma lunática. O

s de atraso. Dez

sua própria estupidez por ter acreditado que chegaria cedo no primeiro dia. A bolsa int

que custavam mais que o aluguel do restaurante de seus pais caminhavam com a calma de quem nunca precisou correr atrás

s durante duas semanas, decorado cada corredor, cada sala, cada possível rota de fuga caso algo desse

ncioso. Apenas o zumbido das luzes fluorescente

. Porta

r escorria pela sua nuca, e ela passou a mão nos cabelos num esforço inú

ê já parece uma sem-

chamasse atenção. A porta rangeu levemente, e Helena desliz

o func

ela. Alguns com curiosidade, outros com tédio,

alunos que fizera

m no centr

... grande. Não apenas de altura, embora ele devesse ter quase 1,90m, mas de presença. Os ombros largos pareciam preencher todo o espaço atrás dele, o terno cinza-escuro aju

s. Deus,

aldas. Mas absolutamente ge

eceu como s

A voz era grave, rouca, com um tom de autoridade que fazia a sala

palavras que ela ensaiou durant

nhorit

uve um problema téc

seu nome, não uma

Alguns alunos riram baixinho. Ela apertou a alça da moc

. Helena

otou algo em um caderno. - Aqui, atraso é falta. E três f

palavra saiu mais baix

a roupa amassada, com uma expressão que Helena não conseguiu decifrar. Não era desprezo. Também não er

E não se atr

Caiu na cadeira como se as pernas tivessem desistido de sustentá-la. O

eguia tirar

ula como se a interrupção nunca tivesse acontecido, a voz grave preenchendo a sala com conceitos de microe

lutamente, ridiculament

o se esqueç

o abertamente. Mas Helena sentia seu olhar às vezes, um peso invisível na lateral d

m ousava responder errado. Um aluno chamado Thomas arriscou uma resposta hesitante e

rilhando com algo que parecia prazer sádico. - É sobre saber. Se n

levantar a mão e mostrar que ela sabia. Que ela tinha estudado. Que

ta. E odiou cada s

antar. Precisava sair daquela sala. Precisava de ar. Precisava de um lugar ond

! Es

s presos em um coque perfeito e olhos verdes que brilhavam com uma energia contagiante. Ela usava um ves

dade, mas todo mundo me chama de Beca. Também sou de Economia. Sentei na sua fr

a mão dela, a

empre é

o tem medo dele. Dizem que ele reprova quarenta por cento da tu

lena suspirou

ambém. Vem, vamos ao refeitório. Você precisa comer alguma coisa. Eu preciso comer

os. Mas havia algo em Beca que parecia genuíno. Uma abertura, u

ou, um sorriso tímido ap

elas de vidro do chão ao teto. O cheiro de comida quente preenchia o ar, hambúrgueres grelhados, batatas fritas, mac

uma fila curta e

perguntou, olhando

calculando mentalmente o dinheiro na carteira. Ela

antes que Helena pudesse protestar. - E dois refris - Ela vir

não pr

lena pudesse argumentar, entregando uma nota de vinte à aten

lena mordeu o hambúrguer com um prazer quase culpado, a carne suculenta, o

nclinando-se para frente,

. De onde

que você parecia uma fugitiva de f

ando os lábios c

êm um restaurante perto de Crown Heights. - Ela

abrir um resta

funciona. Como as pessoas ficam ricas. Como sair do lugar onde eu

u, mastigand

eu olhei para eles e vi duas pessoas que trabalham feito condenadas e nunca têm tempo para nada

i conseguir? - Helen

vou tentar. E se o professor

go que não sentia há muito tempo: a sens

ador assim? - Helena pergunt

e fez uma aluna chorar na primeira semana. Em público sem dó. A garota errou uma fórmula e

entiu um

e ho

te sabe o conteúdo, ele reconhece. - Beca deu de ombros. - O pr

nciando o início d

? - perguntou Beca, levanta

stica. S

a bateu palmas. - Vem,

vez desde que entrou naquela universidade, Helena sent

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Com prazer, Senhor Professor
Com prazer, Senhor Professor
“Helena Duarte entrou na universidade determinada a manter o foco, conquistar boas notas e provar que é capaz de construir o próprio futuro sem depender de ninguém. O que ela não esperava era que, logo no primeiro semestre, seu caminho cruzasse com o do homem mais proibido de todos: Matteo Ferraz, o professor brilhante, frio e perigosamente irresistível que parece enxergá-la além de todas as máscaras. Entre olhares demorados, provocações afiadas e uma tensão que cresce a cada aula, Helena se vê presa em um jogo arriscado demais. Matteo é o tipo de homem que impõe respeito com a voz, domina a sala com a presença e desperta nela desejos que deveriam permanecer enterrados. E quanto mais ela tenta fugir, mais se afunda em uma atração intensa, proibida e devastadora.”