la de aula. As palavras de Matteo ecoavam em sua mente: Potencial sem preparo é
um professor frio e enigmático. Tinha aulas para estudar, o restaurante para ajudar, e uma sen
sentados no balcão, tomando café e comendo torta de maçã. Sua mãe, Rosa, estava atrás
deixando a mochila no
saiu mais baixa que o normal.
não a tinha olhado quando respondeu, e seus ombros e
ena se aproximou do balc
via lágrimas não derramadas neles, um
z trêmula. - E hoje de manhã, quando fui acordá-lo,
chão sumir debai
quer dizer co
não voltou. Eu pensei que ele tivesse dormido na casa de algum amigo, mas... - El
? O que e
ue pode ter ido viajar com algum amigo sem avisar. - Rosa balançou a
semana passada voltou à sua mente: os olhos fundos, o
lê. Só uns bic
rado. Tinha de
. Sua comple
ena perguntou, a voz mais urgente. - Nos
, mas normal. - Rosa apertou o pano entre as mãos
da cozinha, o avental ainda amarrado na cintu
ão falando
Helena. - A mamãe est
ssando a mão pelo
r em pânico. Caio é um homem feito. Ele pode te
r - insistiu Rosa, a voz subi
esposa. - Mas vamos esperar até amanhã. Se
stômago revirar. Se Caio estivesse envolvido com algo
ais ela pod
Seus movimentos eram automáticos servir, limpar, sorrir enquanto sua mente girava
lena ajudou os pais a fechar o restaurante. O silêncio
do as escadas com passos lentos.
zinha por mais alguns minutos, olhando para
eçou. - Você acha
der. Quando falou, su
Mas algo me diz
tou na cama e pegou o celular. Havia uma mensagem de Beca: E aí, va
ase sorri
responder. Não tinha energ
foi inquieto, cheio de sonhos onde Caio corria po
frente se abrindo. Ela se sentou na cama, o coração
a chamou, le
a correu para o corredor e viu seu irmão entrar
trás dele. - Onde você
uando viu o
a direita, e seus olhos estavam vermelhos, fundos, como se não tivesse dormido em dias. A camise
ssurrou, levando a mão à boc
deu, a voz rouca, desvian
seu braço. - Você está machucado. Você sumiu por dois dias.
ar, mas Helena aper
ão tem nada que
s fixos nos dele. - Me conta agora o
traiu. Ele sabia que e
gostar - ele di
importo.
ficou em silêncio, os olhos fixos no chão. Qu
ira, Helê. Uma bes
braço dele, ma
ue vo
um negócio fácil. Dinheiro rápido. - Caio passou a mão pelo rosto
ntiu o sa
ipo de
- Ele baixou a cabeça. - Mas aí eles me chamaram para um jo
go d
e deixaram confortável. No começo eu estava ganhando. Aí... comecei a perde
nas fraquejarem. Ela
você perd
eu. Caio não levanta
em
no quarto pequ
tiu, a voz saindo estran
dias... - Caio engoliu em seco. - Vão me mat
ter parado de girar. Cem mil dólares. Tri
saiu mais como um sussurro. - Por qu
Queria ajudar o pai no restaurante. Comprar um equipamento novo. Ele sempre fala qu
se partir. Ele fez aquil
o - ela disse, a voz tremendo.
um sorriso amargo. - A gente não tem
ara o rosto machucado. Para
contar para
u a cabeça
O
ão vão suportar isso. O pai tem o coração fraco. A mãe já está p
erada. - Cem mil, Helena. Em trinta d
spondeu. Não
o, enquanto via o desespero nos olhos
Não importa o que
entia. - Juntos. Mas você não pode sumir de novo, entendeu? Se voc
ou por um lo
vai conta
cê vai me ajudar a arrumar esse dinheiro. Vai me falar tudo o
ou a cabeça
teimosa
m sorriso. - Agora limpa esse rosto.
nxugando as lágrimas
. Tá
-se na parede do corredor, fechou os olhos, e deixou o deses
ólares. T
conseguir. Mas sabia
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