as com o peso de cem mil dólares sobre os ombros. Duas semanas de tentar agir normalmente em casa, de sorrir para os
sumido. Ele falava pouco, comia menos, e passava horas olhando para o nada. Helena via o desespero cres
ma soluçã
quem recorrer. O restaurante não valia nem metade desse valor. E Helena não p
dentro dela como u
longa e exaustiva. As aulas eram um borrão em sua mente, ela mal se lembrava do que havia estudado, mal
moço, encarando-a com olhos verdes preocupados.
o um sanduíche que mal sentia o gosto.
na via nos olhos dela. M
uardando os livros na mochila, Beca apa
sta dos caloiro
parou,
e fe
de integração. Tem música, comida, drinks... E os professores também vão. - Bec
o tenho roupa
. A gente vai no meu apartamento, eu te empresto uma roupa
, ela imaginou o que seria esquecer os problemas, fingir ser uma garota n
Ela podia t
, surpreendendo a si mes
um pulo d
horas, a noite in
s era confortável dois quartos, uma sala arejada, uma cozinha moderna. Helena
-roupa e começou a
poderosa. - Ela pegou um vestido preto de alç
do. Era curto demais. Jus
o estou acostumada com
colocou o vestido nas mãos dela. - Você tem um
esitante. Mas o olhar encoraja
enda na coxa deixava uma tira de sua pele à mostra. Os cabelos cacheados, que Beca havia finalizado com um cr
se Beca, com um sorriso genuín
na c
e sentind
e colocou no pulso dela. - Lembre-se: você não está aqu
a-lumes dourados. Havia mesas com comida, um bar improvisado, e uma pista de dança onde os alunos já se aglomeravam ao
Não era apenas o vestido, era a forma como ele realçava suas curvas, a forma como
eca, com um sorriso. - V
com atenção. Preferia ser invisível, passar despercebida. M
a pista algumas vezes, e Helena se deixou levar por um breve momento, ela realmente es
uando
m gravata, a camisa branca aberta no primeiro botão, os cabelos escuros caídos sobre a testa com uma negligência que parecia ca
emente vestida, estava ao seu lado, rindo de algo
moda? Ele é seu prof
não conseguiam
uxou pel
a bebida. Estou
e Matteo estava. Seu coração disparou. Ela tentou não
do ouviu
orita
to demais. Ele a encarava com uma expressão que ela nunca tinha visto antes,
ondeu, a voz saindo mais firm
ntos. Seus olhos de mel percorreram seu rosto, seus cabelos, o vestido pr
te - ele observou. - Diferente
engoliu
a, professor. Não e
os lábios de Matteo. Não era um sorriso amigável
as já que você está aqui, posso perguntar por
contrair. Ela tinha esquecid
. Foi falta de atenção minha. - As palavras saíram aut
reciam enxergar através dela, como se soubes
etiu, a voz neutra. - Ent
a forçou um sorriso. -
es era denso, elétrico. Os olhos de
u ele, a pergunta tão baixa
de professor. Não era uma pergunta profissional. Era a
lena, mas a mentira saiu f
ue Helena já tinha aprendido a reconhecer. Ele
- ele disse, a voz ainda baixa
mo uma promessa. Helena
fazendo aquilo? P
la deu um passo para trás.
vou se afastar, o copo de whisky ain
to de Beca, o coração
sse? - perguntou Beca,
u um copo de suco e bebeu de uma
mentiu
encarou,
o voc
ente. - Beca riu. - Mas relaxa. Não vou pergun
to no peito. Beca era
a - ela s
oncentrar. Os olhos de Matteo ardiam em sua mente, a
E ele sabia. Mesmo sem
sa, subiu as escadas silenciosamente, evitando acordar os pais.
va? - perguntou
a sentou-se ao lado del
arece di
icar o que sentia, o desespero, a confusão, o p
isse, finalmente. - Vamos da
sabia quando. Mas sabi
nto tives
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