idro e aço cercada por muros altos e jardins impecáveis. A propriedade ocupava um quarteirão intei
eo não via nenhuma das
reto para o bar. A mão tremia levemente enquanto servia uísque puro, sem
adia
da estava lá, gravada
revelava sua pele morena e macia, os cabelos cacheados caindo em ondas volumosas sobre
nas a beleza qu
quando ele perguntou se ela estava bem. Como ment
as
erviu ma
construía tão cuidadosamente estava rachando, e ele queria saber o que havia por baix
ndo, mais sombrio. Ele queria possuí-la. Não apenas o corpo, queria a
undo copo de uísque e
suficiente para apagar o fogo que queimava dentro dele. Ele encostou as
a ali, em
s cacheados se espalhando sobre um travesseiro. Os o
água gelada não conseguia domar. Sua mão deslizou pelo to
a garota de dezenove anos que deveria ser irrelevante para e
m urgência desesperada. Na sua mente, ele a via nua, curvada diante dele, os cabelos cacheados espalhados pelas cos
vassalador, e Matteo apoiou a testa na par
a absoluto, quebrado apen
oz racional em sua mente. Ela é sua alun
s profunda e mais
minha. Não importa o
momento, a água escorrendo por seu corpo. Os olhos se a
se rec
presário bilionário que comandava impérios com uma palavra. Era um home
tou a si mesmo. Por
posta. Mesmo que nã
Não tremia quando ele a encarava. Não desviava o olhar quando ele a prov
ueria q
ver aquela teimosia se transformar em entrega.
na foi longo
os. Mas Helena estava em todos os lugares. Nas planilhas que ele r
eguia tirá-l
ando documentos que já estavam perfeitos. No domingo, nadou quarenta vol
a dos seus
l nascer. O desejo ainda queimava em seu peito, mas a
ia t
sto. Não importava
dá-la, de fazê-la entender que não havia escapatória. Mas também sabia que precisava ser cuidadoso. Helena não
a si mesmo. Paciê
a foi
, uma blusa azul que combinava com seus olhos escuros. Ela não olhou para ele
cada gesto, cada expressão. O desejo
. Mas sua atenção estava sempre em Helena. Ele notou que ela estava diferente, menos afi
a aula, el
a Duarte.
encontrando com os dele por um ins
nhã. Depois das suas aulas. - A voz
franziu
o quê, p
mentira saiu fácil. - Q
em seus olhos, o desejo de recusa
espondeu, finalmen
o guardava seus papéis, sentiu os olhos de
naquela noite, a ideia fina
através da janela de vidro. A imagem de Helena não o abandonava. O desespero nos o
ro. Não sabia o quanto, nem para quê. Mas sabia que a neces
urgiu, clara e ní
rato. U
putador. Seus dedos pairaram sobre o teclad
Submissão
olher o valor. Ele deixaria isso claro, ela decidiria quanto precisava, e
am com uma facili
s de um acordo entre Matteo Ferraz e He
na Duarte se submeterá voluntariamente à autoridade de Mat
a existência deste acordo a terceiros, sob pena de re
mento será feito integralmente n
igitar. Leu as pa
gal. Era tudo o que
ão conseg
uidadosamente escolhida. Ele queria que ela entendesse que não havia e
riptografado. Os olhos verdes brilhavam na tela do
três meses para faze
valor. Qualquer valor.
u. Não agora. Mas vai.
se estendia abaixo dele, cheia de luzes e vida. Mas ele não via na
u. Amanhã vou apre
forçar. Ia apenas colocar
ia que ela não tinha
sse, ele finalmente
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