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Nas Garras de um Lobo Mau

Capítulo 2 Feliz aniversário, Magdalena

Palavras: 900    |    Lançado em: 26/06/2026

dal

trinta e c

da solidão que aprendi a carregar como um casaco velho. Sentei-me na borda da água, com as pernas mergulhadas até os joelhos, sent

ho da queda d'água abafar as m

vam para um homem que eu mal conhecia. "É a vontade de Deus", eles disseram. A religião deles sempre

ha barriga continuava plana. "Amaldiçoada", foi a palavra que ele cuspiu na minha cara no dia em que me expulsou de sua casa. Meus p

e eles me co

marido, nem futuro. Apenas cicatrizes e uma raiva

Não permiti que ninguém se aproximasse o suficiente para me rejeitar novamente. O que restou foi este emprego no

ente, aqui me sinto mais segura do que entre os humanos. Os lobos pagam bem, não fazem muitas perguntas e raramente se interessam por uma

ipal antes que escureça. Hoje chegou um hóspede novo. Um alpha, pelo que me avisaram. Não me deram nome, apenas

costume de incomodar

antigas, quase protetoras. Às vezes converso com elas em voz baixa. Soa loucura, mas é melho

murei para mim mesma, com um riso s

observando. Parei no meio da trilha e olhei ao redor. Nada. Apenas o vento balançando as

ensação. Provavelmente deve ser cansaço

as na fruteira, troquei as toalhas do banheiro principal e arrumei o vinho tinto que o hóspede havia pedido. O c

esta com a

ara minha cabana, melhor. Não queria cruzar com esse alpha. Quanto

o som de passos atrás de mim. Pe

-me d

ificial. O cabelo castanho-dourado estava ligeiramente úmido, como se tivesse acabado de voltar de um banho ou de uma corrida n

té porque o que tenh

uarto..._ Disse ele, a voz grave e arrastada, c

ena. Se precisar de algo,

como ele me encarava fazia minha pele formigar. Ele não olh

frente, invadindo m

aboreando cada sílaba. Um leve sorriso su

ntro de mim gritava para eu sair dali

s um alpha ric

batia como se eu estives

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Nas Garras de um Lobo Mau
Nas Garras de um Lobo Mau
“Darius sempre teve o mundo aos seus pés. Alpha dominante, rico e irresistível, ele nunca precisou pedir nada, pois tudo sempre veio até ele. Fêmeas, poder, respeito... ou medo. Para ele, conquistar nunca foi suficiente. Darius precisava caçar, provocar, quebrar resistências. Era assim que se sentia vivo. Mas algo muda, e pela primeira vez, seu instinto falha. A tão esperada época de acasalamento simplesmente não vem. Sem desejo, sem urgência, sem controle, e um vazio estranho começa a corroer seu orgulho. Determinando a não aceitar fraqueza, ele se isola em um chalé afastado, em meio à floresta, pronto para recuperar o controle sobre si mesmo. É lá que ele a encontra. Magdalena é uma humana mais velha. Uma mulher marcada pela rejeição, carregando o peso de ser considerada "amaldiçoada" por não poder ter filhos. Diferente de qualquer outra que ele já conheceu, ela não se curva, não se entrega, não o deseja, e isso muda tudo. O que começa como curiosidade rapidamente se transforma em obsessão. Uma única noite é suficiente para despertar algo que Darius jamais sentiu. Mas no dia seguinte ele vai embora. Sem explicações. Sem olhar para trás. Até que, um meses depois, os sonhos começam. Um filhote, e ela. Agora, movido por um instinto que ele não consegue ignorar, Darius volta, apenas para provar que aquilo não significa nada. Mas a verdade que o espera é muito mais perigosa do que qualquer desejo. Porque Magdalena está grávida. E isso... não deveria ser possível.”