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Nas Garras de um Lobo Mau

Capítulo 3 Estranho

Palavras: 799    |    Lançado em: 26/06/2026

dal

ando me afastar, mas ao pass

nfortável, e puxei bruscamente meu

S-

o meu? _ Seu tom era

ou, parecia até que meu ato f

se precisar de algo é só pedir pelo interfone, se não f

que consegui sem correr. Meu coração batia descompassado. Não era medo... era

raço. Peguei o carrinho de roupa suja e comecei a separar os lençóis das cabanas já desocupadas. O t

enquanto jogava os lençóis na lavadora. Acha

dando o último travesseiro quand

rpre

no da tarde. Ela segurava um bolinho simples de chocolate com uma velinha

Disse ela, orgulhosa. _ F

nos que ninguém lembrava. Meus olhos arder

você não

a! Come logo antes q

Alguns caíram no meu cabelo e ombros. Era uma comemoração pequena, quase bob

uando o telefone da recepção tocou. Ela a

r extra. Disseram que está

Era meu

Já terminei

o, pintando a floresta de tons dourados e alaranjados. Enquanto caminhava, um sorriso bobo ainda permanecia no

entia..

percebi. Cabana 3. A mais isolada. A que

iu antes mesmo

baixa na cintura. A luz quente do interior iluminava os músculos def

parando nos meus ombros. Um confete

deza, tirou o pequeno pedaço de papel colorido

Perguntou com a

ndo o rosto esquentar. _ Eu es

brancelha, claram

e q

m momento considerei

ntando o queixo levemente

do hoje, Magdalena? _ Mais uma vez ele

cinco...

to. Um sorriso largo, predatório, que deixou à mostra as presas afiadas. Seus ol

rmurou, como se já sou

para o lado, abri

pode colocar o cobertor n

eira como esse hospede se comporta é muito estranha e assustadora. Porém, eu já vi homens assim. Arrogantes

como se soubesse exatamen

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Nas Garras de um Lobo Mau
Nas Garras de um Lobo Mau
“Darius sempre teve o mundo aos seus pés. Alpha dominante, rico e irresistível, ele nunca precisou pedir nada, pois tudo sempre veio até ele. Fêmeas, poder, respeito... ou medo. Para ele, conquistar nunca foi suficiente. Darius precisava caçar, provocar, quebrar resistências. Era assim que se sentia vivo. Mas algo muda, e pela primeira vez, seu instinto falha. A tão esperada época de acasalamento simplesmente não vem. Sem desejo, sem urgência, sem controle, e um vazio estranho começa a corroer seu orgulho. Determinando a não aceitar fraqueza, ele se isola em um chalé afastado, em meio à floresta, pronto para recuperar o controle sobre si mesmo. É lá que ele a encontra. Magdalena é uma humana mais velha. Uma mulher marcada pela rejeição, carregando o peso de ser considerada "amaldiçoada" por não poder ter filhos. Diferente de qualquer outra que ele já conheceu, ela não se curva, não se entrega, não o deseja, e isso muda tudo. O que começa como curiosidade rapidamente se transforma em obsessão. Uma única noite é suficiente para despertar algo que Darius jamais sentiu. Mas no dia seguinte ele vai embora. Sem explicações. Sem olhar para trás. Até que, um meses depois, os sonhos começam. Um filhote, e ela. Agora, movido por um instinto que ele não consegue ignorar, Darius volta, apenas para provar que aquilo não significa nada. Mas a verdade que o espera é muito mais perigosa do que qualquer desejo. Porque Magdalena está grávida. E isso... não deveria ser possível.”