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Nas Garras de um Lobo Mau

Capítulo 4 Azeda

Palavras: 879    |    Lançado em: 26/06/2026

a

o de mim desde que aquela humana saiu da minha cabana, deixando para trás apena

e me recusou? Um macho

nseguia ver o tremor em sua voz, o jeito como ela levantou o queixo mesmo co

erente? _ Eu havia perguntado, abrindo um sorriso q

. Mas também algo mais... excitação? R

Respondeu ela, tent

ixo, grave,c

um macho como eu. Por que você

desejado. Humanos e lobos se curvam para mim. E aquela mulher

como você, senhor. Então

acertou em cheio. Ela não estava jogando. Não estava fingin

na, o corpo quente, o lobo rosnando sem parar. Meu pau latejava só de le

á estava irritado demais

ado cobriu minha pele e o mundo ganhou mil novas cores e cheiros. Corri pela flores

ita ca

ico, como laranja verde misturada com cansaço e um toque de suor limpo. Ela estava exa

ustos densos, o corpo b

sa preta grudava em seus seios, marcando os mamilos endurecidos pelo frio. Ela nadav

ração. Cada curva daquele corpo que não dever

direção à borda. Quando

cou es

mas ela não gritou. Não correu. Apenas ficou parada, com água até a

não assusta-la mais ainda. Porém, em vez disso eu saí de trás do

cie, pelo deu lugar à pele, garras viraram mãos. Quando emergi, estava a menos d

imento. Seus olhos percorreram meu corpo antes de voltarem rap

mais uma vez mos

sabe meu nome, apesar de não ter perguntado! _ Minha voz

e descendo. O cheiro dela estava uma mistura deliciosa de medo, cansaç

transformar dentro da água..

poucos lobos que conseguem esse tipo de coisa. Eu me

ase como um ronronado. _ Sou forte, e seu distinguir cheiros. _ Suguei o

ar, mas minha mão f

Ainda estou disposto a aceita-la na minha cama. _ Meu

Perguntei, sabendo que ela

metros de distância, sentindo

dentro dessa humana. E se ela recusar novamente, poss

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Nas Garras de um Lobo Mau
Nas Garras de um Lobo Mau
“Darius sempre teve o mundo aos seus pés. Alpha dominante, rico e irresistível, ele nunca precisou pedir nada, pois tudo sempre veio até ele. Fêmeas, poder, respeito... ou medo. Para ele, conquistar nunca foi suficiente. Darius precisava caçar, provocar, quebrar resistências. Era assim que se sentia vivo. Mas algo muda, e pela primeira vez, seu instinto falha. A tão esperada época de acasalamento simplesmente não vem. Sem desejo, sem urgência, sem controle, e um vazio estranho começa a corroer seu orgulho. Determinando a não aceitar fraqueza, ele se isola em um chalé afastado, em meio à floresta, pronto para recuperar o controle sobre si mesmo. É lá que ele a encontra. Magdalena é uma humana mais velha. Uma mulher marcada pela rejeição, carregando o peso de ser considerada "amaldiçoada" por não poder ter filhos. Diferente de qualquer outra que ele já conheceu, ela não se curva, não se entrega, não o deseja, e isso muda tudo. O que começa como curiosidade rapidamente se transforma em obsessão. Uma única noite é suficiente para despertar algo que Darius jamais sentiu. Mas no dia seguinte ele vai embora. Sem explicações. Sem olhar para trás. Até que, um meses depois, os sonhos começam. Um filhote, e ela. Agora, movido por um instinto que ele não consegue ignorar, Darius volta, apenas para provar que aquilo não significa nada. Mas a verdade que o espera é muito mais perigosa do que qualquer desejo. Porque Magdalena está grávida. E isso... não deveria ser possível.”