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vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.

Capítulo 2 Levemente adocicados

Palavras: 1131    |    Lançado em: 12/07/2026

guia com seu noivo d

Mil

dedos tamborilando no joelho em um ritmo impaciente. O motorista fingia não notar, mas o a

cisava recuperar sua arma... e aque

o silêncio o envolveu, a

a pele quente

assustados, mas c

involu

os, surpreende

reagindo ao seu com um mi

nda pudesse sentir o cheiro de

pou-lhe ao lembrar da expressão indignada dela

iso, mas continuou o

quando não deveri

s, a porta grande de madeira maciça foi

rro e entrou, indo direto à adega. Pegou u

r? Oton perguntou, ven

ar. Respondeu sem

rada. A dor no tornozelo latejava, mas ela não disse na

io, entre o desejo e o ódi

vadiram o interior do carro. Ela abri

a minha casa.

sar, eu posso

pondeu com a voz fraca, mas decidi

mais de sete anos. Era apenas uma garo

ceram ainda no colégio, ele se formou, e ela ficou. Desde então, ele mantinha um homem a

Verona, bonito, rico, popular. E, pa

ra que se encontrassem. Já mantinha alguns negócios com a família Mancini

conhecendo bem, sabia que era melhor dar temp

Angeline abriu a porta, mas ao colocar o pé no

rta rapidamente

de seu quarto, no segundo andar, ansiosa para ver Marco arrastar

Angeline, també

co se abaixou

otar gotas de suor em sua test

nas torci o pé. R

a voz. - Isso é culpa sua,

reclamou quando ele tocou

ele a ergueu nos braç

pretas realçaram seu corpo, também contrasta

line é muito impulsiva, Ruben

m, não lhe

scadas sem

franzido, como se tivesse chupado limão

em uma poltrona e se

dado, enquanto ela, desconfiad

porta do quarto. Verônica era a

a que Marco tem com você. Disse ela, cuspin

la torceu o pé. Marco pediu, s

fastou, deix

l. Disse ele em voz b

A resposta saiu seca. Ela ma

Margaret... Ele começou, mas se interro

r de toda a confusão que causa. Disse o pai,

suspirou,

r? Pediu, sem paciência, para o teatr

a cama com cuidad

podia sentir o olhar dele sobre si. Um silêncio carre

do a frustração, e se v

u se desculp

rco,

passo firme e medido, como se o mundo inteiro e

obe vermelho de cetim, um ombro exposto de forma p

por um instante

trás, o olhar já voltado à imagem que carregava n

e, ecoando a determinação e o desejo conti

line suspirou, deixando

me do estranho do trem. O chei

damente, permitindo que a memória do qu

inesperado, misturando ansieda

u os olhos, perdida na

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vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.
vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.
“Angeline Conti sempre foi a "ovelha negra" da alta sociedade de Verona. Alegre, ousada e incapaz de se calar quando deveria, é tudo o que a madrasta Veronica despreza e, ironicamente, tudo o que seu pai, Rubens Conti, precisa para se aproximar da máfia: uma filha para vender em casamento. O pretendente? Marco Mancini, herdeiro do império mais temido de Verona. Cruel, arrogante e acostumado a ter tudo o que quer, inclusive Angeline. Forçada pelo pai e sufocada pelas investidas do noivo, ela nunca correspondeu aos sentimentos de Marco. E quando o vê aos beijos com sua prima Judite, entende que o destino acaba de lhe abrir a porta perfeita para escapar. Fugindo dos homens de seu pai e de Marco, Angeline embarca em um trem rumo a Milão. É lá que cruza o caminho de Dante Laporte, um forasteiro de passado sombrio, olhar frio e sorriso atrevido, que carrega nas mãos o peso da própria vingança. Cercado por homens armados e agentes, após ajustar contas com um inimigo antigo, Dante invade a cabine onde Angeline se esconde e, sem pensar, a beija, simulando um encontro romântico para despistar os agentes. A encenação funciona. Mas o que começa como um disfarce se transforma em uma perigosa atração. Um criminoso com feridas no passado. Uma mulher cansada de ser manipulada. Entre perseguições, alianças improváveis e beijos que queimam mais do que balas, Angeline vai descobrir que estar nas mãos do inimigo pode ser o mais provocante e irresistível risco de sua vida.”