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vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.

Capítulo 3 Um jantar para ir,

Palavras: 1046    |    Lançado em: 12/07/2026

Mil

rpo pesado, os pensamentos presos

e acreditava ser eterna. Mas, como sempre, as memórias doces foram engolidas pelo amargor dos anos difícei

unca estivera completamente sozinho, a rai

eron

de Angeline, ela abriu os ol

ucado, sentindo o tapete macio amortecer seu peso

orta. Trancada. A maçanet

lhos, respirou

ncaram

única coisa que

e tirou o celular e a arma roubada,

o metal, a pintur

ico... se não

o falso da gaveta

ou sair

ado. Não podia pular

sobre ela com

eito... só

Quanto mais fugia

ncarando o teto com um

o, no centro

cular, cada disparo de M

data, sempre sorridente

e ela ia aprontar. Nã

u um olhar d

s lábios. - Ela parece uma criança mimad

o respondeu, recarregando a arma, se lembrando dos olhos de An

ueu as so

em vint

urou, mirando, mas

regalou

er dizer

arma para ele,

em nada melh

as mãos, ri

o traje pro jantar em Milão. Os chefes

ente, o tiro seco e afiado, deixou a arma, seus olhos fri

orridente ao lado de uma amiga. O estômago dele revirou. Se não

ria que revert

cebeu as duas acenando, com sorrisos pos

caminhou sem e

ine? Perguntou se

s murc

quarto. Disse Margare

a? Perguntou Marco,

exagera só pra chamar atenção. Respon

ada, não sabia metade

nspirou

ela o que aconteceu ontem

também queria..

um riso cur

ê se jogou em cima de mim. - Arrume

le era g

otor rugiu, e os pneus cantaram

esa com a mão, faze

Margaret com raiva, enquanto pegava guardanapos d

entada em um banquinho, o tornozel

Mil

ório amplo. A luz filtrada pelas árv

uma bandeja de

ope dourado, lacrado com

mas seus olhos perm

re com o abr

te não demonstrava

fr

ca

o, o mesmo que sempre o

convite. Uma curva discre

traje. Tenho um

ass

notebook ao lado, n

nacional é encontrado nos trilhos de

a claro: era o mesmo homem que Dante havia lançado pela janela do v

ou a pági

um ajuste de contas em espetáculo. Criavam teorias

gitar que Dante Laporte estive

drilhas menores, disputa de território,

oda e absolutamen

u o notebook. Recostou-se na cadeira de couro, virando-se

u no

am na memória antes de qualq

ota d

té os próprios lábio

o. Lembrança do corpo dela, trêmulo, s

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vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.
vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.
“Angeline Conti sempre foi a "ovelha negra" da alta sociedade de Verona. Alegre, ousada e incapaz de se calar quando deveria, é tudo o que a madrasta Veronica despreza e, ironicamente, tudo o que seu pai, Rubens Conti, precisa para se aproximar da máfia: uma filha para vender em casamento. O pretendente? Marco Mancini, herdeiro do império mais temido de Verona. Cruel, arrogante e acostumado a ter tudo o que quer, inclusive Angeline. Forçada pelo pai e sufocada pelas investidas do noivo, ela nunca correspondeu aos sentimentos de Marco. E quando o vê aos beijos com sua prima Judite, entende que o destino acaba de lhe abrir a porta perfeita para escapar. Fugindo dos homens de seu pai e de Marco, Angeline embarca em um trem rumo a Milão. É lá que cruza o caminho de Dante Laporte, um forasteiro de passado sombrio, olhar frio e sorriso atrevido, que carrega nas mãos o peso da própria vingança. Cercado por homens armados e agentes, após ajustar contas com um inimigo antigo, Dante invade a cabine onde Angeline se esconde e, sem pensar, a beija, simulando um encontro romântico para despistar os agentes. A encenação funciona. Mas o que começa como um disfarce se transforma em uma perigosa atração. Um criminoso com feridas no passado. Uma mulher cansada de ser manipulada. Entre perseguições, alianças improváveis e beijos que queimam mais do que balas, Angeline vai descobrir que estar nas mãos do inimigo pode ser o mais provocante e irresistível risco de sua vida.”