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vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.

Capítulo 4 Se casar logo

Palavras: 1170    |    Lançado em: 12/07/2026

vê-la. Sem comer, deitada apenas de pijama curto, esperava a hora em que seu pai v

lho das chaves girando na porta. Suspirou, pensando: Ele chego

polo branca. Nas mãos, trazia uma caixa de bolinhos

u pé? Pergunto

a, sem entusiasmo, mas com água na boca ao sentir

us bolinhos favoritos... - El

nteve os ol

a o que você está pensando. Aquela su

ntou os olhos

eza? E... ela n

vemente. - Eu mandei que ela vie

mes?" Ele se perg

Disse Angeline diretamente, era sua maneira de se vingar de seu pai

anziu o cenho, ent

ntem, sem comer ou beber. Disse Angeline, morde

queles olhos e l

olhar discreto para as pernas dela, expostas pelo pijam

o pegou a sacola e se aproximou dela com um

ediu, retirando a

o? Ela pergun

e dê seu pé. Vou falar com seu pai para liberá-la, desde que prometa que não vai fugir.

não combinava com a imagem impecável de Marco: Os dedos dele estavam av

puxando a perna dela. Ela franziu o cenh

dela, ele su

nima possibilidade de você ficar

ou a passar os dedos sobre a pel

sar da apreensão com a proximidade dele, o deslizar dos dedos e

no canto da boca um pouco de açúcar refinado dos bolinho

traram por alguns s

s de se levantar, estendeu a mão, a mesma com falanges machucadas e, co

o uma cócega leve nos lábios, piscou, des

ercebeu o olhar dela, escondeu

eu pai. Não faça

ma loucura. Ao chegar à po

um vestido para você. É uma boa oportunidad

som de seus passos ecoou p

, entre o cansaço e a ironia.

o e o levou à boca, mastigando devagar, saboreando como

como previra, s

s não o fez, embora fosse exatamente

Marco. Do outro lado da linha, o tom dele era frio e di

ar, e que, portanto, não havia mais necessidade de mantê-la trancada

do sem comer, e o pai, envergonhado, tentara disfarçar o desconfo

mas com um sorriso falsamente gentil nos lábi

roteger. Veja, você saiu ontem e se feriu... não fosse po

hos. Seu pai merecia u

le estava fazendo ontem

star fazendo para você sair

para a porta, justamente quando Margaret apareceu,

foi apenas um mal-entend

está d

ne tem ciúmes da boa rela

isso. Disse Rubens,

e diz... pergunte a Marco! Tentou s

para a filha, num tom conc

tem olhos para você. E, além disso... ele é homem, é natural que, se uma mulher se ofere

vermelha, mas sua situação já e

rindo com ironia diante do a

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vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.
vítima do destino: nas mãos do inimigo do meu noivo.
“Angeline Conti sempre foi a "ovelha negra" da alta sociedade de Verona. Alegre, ousada e incapaz de se calar quando deveria, é tudo o que a madrasta Veronica despreza e, ironicamente, tudo o que seu pai, Rubens Conti, precisa para se aproximar da máfia: uma filha para vender em casamento. O pretendente? Marco Mancini, herdeiro do império mais temido de Verona. Cruel, arrogante e acostumado a ter tudo o que quer, inclusive Angeline. Forçada pelo pai e sufocada pelas investidas do noivo, ela nunca correspondeu aos sentimentos de Marco. E quando o vê aos beijos com sua prima Judite, entende que o destino acaba de lhe abrir a porta perfeita para escapar. Fugindo dos homens de seu pai e de Marco, Angeline embarca em um trem rumo a Milão. É lá que cruza o caminho de Dante Laporte, um forasteiro de passado sombrio, olhar frio e sorriso atrevido, que carrega nas mãos o peso da própria vingança. Cercado por homens armados e agentes, após ajustar contas com um inimigo antigo, Dante invade a cabine onde Angeline se esconde e, sem pensar, a beija, simulando um encontro romântico para despistar os agentes. A encenação funciona. Mas o que começa como um disfarce se transforma em uma perigosa atração. Um criminoso com feridas no passado. Uma mulher cansada de ser manipulada. Entre perseguições, alianças improváveis e beijos que queimam mais do que balas, Angeline vai descobrir que estar nas mãos do inimigo pode ser o mais provocante e irresistível risco de sua vida.”