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DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO

DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO

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Capítulo 1 Conto 1: Desejo Proibido - Prólogo

Palavras: 1372    |    Lançado em: 31/07/2026

ino

o homem que a família jurou proteger dela e que ela jurou ter. Desde os dezesseis anos ela provoca, mente, arrisca e se queima para chamar a atenção dele; agora, na véspera do aniversário que a trans

capaz de ir quando o desejo vira obsessão e o amor

plícito, violência, linguagem impróp

-

rólog

hos azuis que aprendem rápido a mentir e um corpo que, segundo o próprio Kevin, "não combina com a cara de santinha

s alto, mais largo nos ombros, com a barba por fazer e aquela voz baixa que fazia as paredes do escritório do meu pai tremerem quando ele discutia negócios. Eu estava de short curto e blusa co

estômago revirar. Sentí, pela primeira vez,

o e distância. O homem que nunca se casou, que viajava demais, que cheirava a madeira e a cig

casaco no escritório dele só para voltar. Passava na frente da casa dele "por acaso". Usava roupas cada vez mais curtas quando sabia que ele viria jantar. Uma vez, numa festa da família, empurrei uma prima que es

ika. Você não sabe

Eu sabia e

ia o mundo. Cada rejeição só aumentava a fome. Eu queria provar que ele estava errado. Que o corpo que ele olhava de s

o espelho e praticava o que diria se ele me beijasse. Houve dias em que eu odiava a mim mesma por querer tanto alguém que a

me considera adulta. Amanhã eu paro de

r, como sempre. Vai trazer o presente caro e a conversa educada. Vai me cumprimentar com u

lugar onde ele me olhou pela primeira vez daquele jeito. Vou trancar a porta. Vou ol

cama, na minha vida, na minha boca. E se você continuar fingindo que não se

e afastar... ou para me puxar. Eu já preparei o corpo para qualquer resposta. Se ele me beijar, eu devolvo o beijo com tudo o que guardei. Se ele me empurrar, e

o peso constante de saber que, se alguém da família descobrir, o estrago será permanente. Meu p

assim

te que inventava brigas com outras garotas só para ele me olhar. Eu cresci. Aprendi a segurar a língu

ã eu

a da cortina e desenha uma faixa clara no chão. Meu coração bate forte demais. As mãos e

a por fazer. A boca fechada. O olhar que semp

eu nã

espelho e me olho de frente. Cabelo solto. Olhos azuis. Boca fechada. O co

sob a pele. Depois desço a mão até o peito, até a cintura, até

eu vou

ás de nós dois, olho nos olhos de Kevin D

obrinha. E você não vai m

to que comprei escondida, e o coloco sobre a cadeira. Depois me deito de novo, mas de

eiro até as unhas doerem. E, pela primeira vez em dois anos, eu sorrio no escuro -

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DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO
DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO
“Entre encontros que ninguém planejou e desejos que se recusam a obedecer, este box de contos revela casais que se descobrem no instante em que o destino decide brincar. Há ela: mulher de olhar afiado, rotina impecável e corpo que há tempos não se deixa tocar de verdade. E ele: homem de silêncios densos, mãos firmes e uma presença que invade o espaço como se sempre tivesse pertencido ali. Eles não se conheciam. Não deveriam se encontrar. Mas uma noite qualquer - um elevador travado, um bar quase vazio, um erro de endereço - coloca os dois no mesmo pedaço de escuridão. O ar muda. Os olhares se cruzam e não soltam. Ele se aproxima sem pedir permissão, a voz baixa roçando a orelha dela: - Você também sente isso? Ela não responde com palavras. Apenas gira o corpo, prende a gravata dele entre os dedos e o puxa até a boca colidir com a dela. O beijo é voraz, urgente, quase violento de tanta necessidade reprimida. As mãos dele sobem pela cintura dela, apertam, exploram. O corpo dela responde antes da razão, arqueando-se contra o dele, entregando-se ao calor que sobe rápido demais. É só o começo. Nas páginas que seguem, outros casais se encontram da mesma forma: de repente, sem aviso, com atração tão intensa que desafia lógica, orgulho e destino. Histórias curtas, densas e irresistíveis que prendem desde a primeira linha e não soltam até a última. Permita-se mergulhar. Descubra até onde o desejo pode levar quando duas pessoas param de fingir que conseguem resistir.”