a
ixando o titio em paz. Vi ele sair sozinho, sem mulher nenhuma pendurada no braço, e me senti vitoriosa. Pequena vitór
ia cometer. Mas eu também era paciente. E teimosa. E o que eu queria, eu conseguia. Kevin Dumont ia se
pois eu estav
ado contra a coxa. Ele me viu nua duas vezes: uma quando a toalha escorregou de propósito, outra quando eu "esqueci" de trancar a porta do banheiro. Nas cinco vezes o ar ficou
e bolo para o resto. Eu escolhi um vestido preto curto, costas nuas, decote profundo o bastante para fazer qualquer homem engolir
va um pouco, mas o olho não saía da porta. Kevin demorava. O relógio andava e o peito aperta
preta, calça jeans escura, cabelo penteado para trás, barba por fazer. Pedrão ao lado, sor
po
aniversário. A raiva subiu quente, amarga, quase doendo na garganta.
rda é es
e mel se abrindo de surpresa. Pedrão se adiantou rápido, m
qui. Depois vocês resolvem.
raiva só pela metade. Meu pai apar
gou, irmão. Pense
edrão. O olhar curioso
é essa
lhar dele me encontrou por u
lena. Minh
pai apertou a mão dela, minha mãe a abraçou. Elena sor
ka. Seu tio fal
tocar nela. Sem abraço.
a. Fiquem
pletou, a voz
le é daqueles protetores que ainda não percebeu que a s
evin e soltei u
es eu acho qu
o jardim, sentei num banquinho escuro e abri o presente com dedos
u apertei o urso até as unhas entrarem no teci
ei entre dentes. -
meus amigos, forçando o sorriso, forçando a alegria. Mas a cada dois minutos meu olhar escapava para a mesa dele. E toda vez que eu o
subia um pouco a cada movimento. Eu rebolava de propósito, o olhar preso no dele. Vi o desconforto crescer. Ele se remexia na cadeira, aper
vestido colado ao corpo suado. Segui o corredor estreito que levava aos banheiros masculinos. O salto ecoava. Eu estava
colado no meu. Uma mão no meu pulso, acima da cabeça. A outra na minha cintura, os dedos apertando a pele nua das
tos de raiva e de outra coisa q
stá fazendo? - a voz sai
ito dele. O volume duro da calça jeans pressionava minha barri
, titio. Ou agora dançar tamb
do quadril. Eu arquejei. O som saiu sem eu querer. Kevin fechou os olhos por um segu
ika. Você não sabe
- E você também sabe. Por isso trouxe a Vacalena. Por isso me deu um ursinho de p
ar os meus contra a parede. O polegar dele roçou a parte de dentro do meu pulso, sentindo o batimento acelerado. Eu levantei o queixo. Nossas
o importava. Só o corpo dele me prendendo na parede, o pau duro pressionando minha barriga, a respir
ça. Os lábios quase t
a tremeu com u
z de Elena ecoou do corr
ar frio invadiu o espaço que ele deixou. Eu fiquei colada na parede, o peito arfando, os
stura de fome, raiva e medo. Depois virou o rosto, destrancou a porta e saiu sem dizer uma palavra, deixando-me so
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