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DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO

Capítulo 4 Mel de menina

Palavras: 1373    |    Lançado em: 31/07/2026

a

dele. Eu esperava - ridícula, eu sei - que ele voltasse, me agarrasse pelos braços, me empurrasse contra a parede e me fizess

o tel

e? Decidi sair. Me encontro com

era afiado. Ele achava que ia se livrar de mi

inteiro para ninguém. Nunca acordei molhada e com o nome de um homem na língua. Até Kevin. Até a noite em que vi a mão daquela mulher descendo pela calça dele e ouvi o gemido b

curva do quadril. Salto alto preto com sola vermelha. Maquiagem pesada de balada: olho esfumaçado, batom

combinado e convenci todo

r. Sudoeste.

roupa e aquele rosto, ninguém ia questionar. O táxi nos deixou na porta. O

fregando sem pudor. A mão dela subia e descia pelo braço dele. Ele sorria aquele sorriso preguiçoso que eu só tinha visto no luau

tir de camarote. Hoj

com passos firmes, o salto batendo no piso, o vestido vermelho chamando atenção de mais de um olhar. Kevin erg

ombros largos, boca esculpida

Engasgando com ce

mão, os olhos cor de mel presos e

. Que coi

oce, inocent

nou de cima a ba

a sua s

vin gaguejou, a m

me olhando com interesse aberto.

O toque foi quente. Eu sorri. Quando olhei de canto para Kevin, o rosto dele es

uxou uma

ouco. A gent

divertido, ria fácil, lançava olhares que não escondiam nada. Kevin ficava em silêncio, os braços cruza

Raika? - perguntou

zess

obrancelhas, sur

grande. E fisicamente... voc

Kevin ouvisse. Queria que ele parasse de me

o corpo para frente, o cotovelo n

engoliu

seu tio. Vi

e me encarava com os braços ain

espondi, a voz baixa, provocador

ó. Depois sorriu de lado, jogando charme

uem sabe eu não

i direto para Kevin

Pedrão. Mas só tenho o

n inclinou o corpo para frente, a so

sponível? Ou simplesmente não

íngua, balan

nfatizei o "senhor" com sarcasmo puro. - Não sou menina bobinha.

pressionaram o volume que já começava a endurecer. Kevin se remexeu na cadeira, os olhos escurecendo. Senti o pau dele cr

A mão dele ficou alguns segundos a mais do que deveria, os dedos

a é uma menina. Não sabe nada da vida. Homem tem instinto. Às vezes o corpo reage por

am a poucos centímetros. O cheiro da c

i. - Mas depois não venha chorar pelo leite derramado. Ou

desceram para a minha boca e ficaram presos ali. A respiração dele saiu irregular. Por um segund

beij

de Pedrão, bem perto da boca, e saí rebolando em direção à mesa dos meus

a voz de Pedrã

sse que era uma menina. Não

indo. Kevin estava com as duas mãos na cabeça, os cotovelos

nha estava encharcada. O coração batia tão forte que eu sentia o pulso no pescoço. Eu sorri para ninguém e

de fugir do jantar. Mas de

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DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO
DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO
“Entre encontros que ninguém planejou e desejos que se recusam a obedecer, este box de contos revela casais que se descobrem no instante em que o destino decide brincar. Há ela: mulher de olhar afiado, rotina impecável e corpo que há tempos não se deixa tocar de verdade. E ele: homem de silêncios densos, mãos firmes e uma presença que invade o espaço como se sempre tivesse pertencido ali. Eles não se conheciam. Não deveriam se encontrar. Mas uma noite qualquer - um elevador travado, um bar quase vazio, um erro de endereço - coloca os dois no mesmo pedaço de escuridão. O ar muda. Os olhares se cruzam e não soltam. Ele se aproxima sem pedir permissão, a voz baixa roçando a orelha dela: - Você também sente isso? Ela não responde com palavras. Apenas gira o corpo, prende a gravata dele entre os dedos e o puxa até a boca colidir com a dela. O beijo é voraz, urgente, quase violento de tanta necessidade reprimida. As mãos dele sobem pela cintura dela, apertam, exploram. O corpo dela responde antes da razão, arqueando-se contra o dele, entregando-se ao calor que sobe rápido demais. É só o começo. Nas páginas que seguem, outros casais se encontram da mesma forma: de repente, sem aviso, com atração tão intensa que desafia lógica, orgulho e destino. Histórias curtas, densas e irresistíveis que prendem desde a primeira linha e não soltam até a última. Permita-se mergulhar. Descubra até onde o desejo pode levar quando duas pessoas param de fingir que conseguem resistir.”