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DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO

Capítulo 3 A armadilha

Palavras: 1378    |    Lançado em: 31/07/2026

n Dumont - seu tio, o homem que a evitava como se ela fosse fogo - o beijo, o toque e o gemido que ele dera àquela m

dias

cendo pelo pescoço, apertando os seios, entrando entre as pernas. Eu, que sempre fora a aluna excelente, a filha única que tirava dez sem esforço, agora ra

to dele não fora só vergonha de ser pego - fora o reconhecimento de que a sobrinha de dezesseis anos olhava para ele com a mesma fome que aquela mulher. Po

scorrendo água pelas costas, o tecido curto demais cobrindo quase nada. Consegui esbarrar nele duas vezes. Nas duas ele parou no meio do corredor, os olhos cor de mel des

e não e

rme para segunda-feira, ia passar o fim de semana na casa da Stefanini. Minha mãe acreditou. Meu pai be

mprei escondida depois daquela noite - e me vesti só com aquilo. Sutiã que quase não cobria os seios, calcinha de renda que sumia entre as nádegas. O espelho me

i. Tirei uma alça do sutiã, depois a outra, rebolando lento. Os dedos foram ao fecho nas costas. O sutiã caiu aos meus

ralh

. Eu me virei, as mãos em X cobrindo

sabia que já

e com força suficiente para deixar os nós dos dedos brancos. Eu retirei as mãos. Os seios ficaram empinados, os bicos duros com o ar-condicionado

o transe num

hei que não ti

nua no meio do meu quarto, o peito subindo e descendo rápido, o calor latejando entre as pernas. Ele fug

mente curto. Se eu me abaixasse um pouco, a bunda ficava completamente expo

. Fiz a macarronada que você

um pouco bagunçado como se tivesse passado a mão nele várias vezes. O olhar desceu até minha

e. Vou sair com uns

erto no peito foi real. Eu não podia deixar el

m tanto carinho.

cionava com meu pai. Kevin hesitou. Os olhos osc

r eu saio. Vou só avisar o

cozinha, mas parei no final do corredor, escondida,

, mas vou de táxi. Primeiro Bar, não é? Preciso

num calor que subiu pelo pescoço. Eu corri para a cozinha,

ntrou, o ar

da amiga? - perguntou, desc

cedo. A gente se encontra depois. Est

ntato foi elétrico, quente, proibido. Eu senti o tremor nos dedos dele. Sentei

e cuidar muito bem. Já sou grandinha

inha língua quando eu lambi o lábio inferior, sentindo o gosto do batom. A macarro

e po

e duro e quente sob a calça. Eu senti o tamanho, a rigidez, o calor que atravessava o jeans. Meu dedo mindinho roçou de propósito. Kevin solt

ulso e afastou mi

ho qu

sos largos, sem olhar para trás. A porta da frente bateu segu

ro dele. O coração batia tão forte que eu sentia o eco no ouvido. Entre as pernas a calcinha estava encha

lar, digitei o nome do bar que ele mencionou e sorri no escuro

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DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO
DESEJOS QUE NÃO PEDEM PERMISSÃO
“Entre encontros que ninguém planejou e desejos que se recusam a obedecer, este box de contos revela casais que se descobrem no instante em que o destino decide brincar. Há ela: mulher de olhar afiado, rotina impecável e corpo que há tempos não se deixa tocar de verdade. E ele: homem de silêncios densos, mãos firmes e uma presença que invade o espaço como se sempre tivesse pertencido ali. Eles não se conheciam. Não deveriam se encontrar. Mas uma noite qualquer - um elevador travado, um bar quase vazio, um erro de endereço - coloca os dois no mesmo pedaço de escuridão. O ar muda. Os olhares se cruzam e não soltam. Ele se aproxima sem pedir permissão, a voz baixa roçando a orelha dela: - Você também sente isso? Ela não responde com palavras. Apenas gira o corpo, prende a gravata dele entre os dedos e o puxa até a boca colidir com a dela. O beijo é voraz, urgente, quase violento de tanta necessidade reprimida. As mãos dele sobem pela cintura dela, apertam, exploram. O corpo dela responde antes da razão, arqueando-se contra o dele, entregando-se ao calor que sobe rápido demais. É só o começo. Nas páginas que seguem, outros casais se encontram da mesma forma: de repente, sem aviso, com atração tão intensa que desafia lógica, orgulho e destino. Histórias curtas, densas e irresistíveis que prendem desde a primeira linha e não soltam até a última. Permita-se mergulhar. Descubra até onde o desejo pode levar quando duas pessoas param de fingir que conseguem resistir.”