to com meus pés descalços e ensanguentados. Mas é inútil. Ele é enorme, treinado em combate militar
outros guardas. Um homem grande e musculoso
áli
ada
a em criminosos perigoso
r isso! Me soltem... Eu sou
s mãos tremem sem controle enquanto o metal gelado morde minha pele machucada. Depois, ele se abaixa e prende meus tornozelos também, passando
ntes ecoa pela floresta. Sem pensar, tento me arrastar. Não consigo andar com os p
o-me pela grama molhada. - Espe
alquer delicadeza e me ergue do chão. No instante seguinte, sou jogada sobre seus ombros como se
ele, por favor! Ele é m
s. Chuto. Luto. Mesmo sabendo que não tenho a menor chance. G
para mim! Fica comigo..
z, talvez da minha idade ou um pouco mais velho, se aproxima carregando uma mochila tática preta. Ele a
do finalmente o que pretendem
nardo continua com aquela calma irritante. - É
da! Preciso vê-lo! Preciso sab
çar dentro da seringa. Depois, ele retira a tampa da agulha. A ponta metálica brilha sob a luz da la
agulha atravessar meu braço. Logo depois... Uma queimação gelada se espalha pelo meu corpo. Minha visão começa a mudar. Primeiro, tudo fica l
sai arrastada, pesada
que desisti. Meu corpo simp
esper
consigo controlar um único músculo. É como estar presa dentro do
mãos permanecem abertas ao lado do corpo, tocando a grama úmida. No dedo anelar, a aliança de prata ainda reflete a luz das lanternas que decidiram ficar. A aliança que coloquei naquele dedo poucas horas atrás. Minhas mãos tremiam tanto naquele
continuam escorrendo, silenciosas, molhando Bernardo. Ele continua andando. Sem olhar para trás. Sem diminuir o passo. E, a cada
penas sua
s...
ntinuar olhando. Preciso guardar aquela última imagem. Mesmo
... t
ar... sem pressa. Como se me puxasse para um lugar onde não existe mais dor. Nem frio. Nem floresta. Nem vida. Minha última lembrança consciente é a cla
nto o balanço constante dos passos de Bernardo. Cada passo me leva para mais longe. Mais longe do homem que amo.fr
me
que existe dentro de mim. Mesmo mergulhada naquela consciência confusa, eu sei. Vou carregar esse peso pelo
me a
e esc
ro de mim. Silenciosa e escura, envenenando tudo o que ainda restou, com suas garras pontiagudas de dor e desespera
as. O tempo perde completamente o sentido quando você está perd
ment
e um motor. Um carro? Um helicóptero? Não consigo distinguir. Depois... Vozes. Abafadas. Distantes.
a... Sem ferimentos relevantes nos nossos h
de mais uma missão cumprida. Como se uma vida não tivesse acabado naquela clareira. Quero gritar, dizer que meu marido ficou para trás
�
im... Estamos subindo escadas. Muitas. Os passos ecoam sobre um piso duro. Mármo
brir os
quem está ao
guntar po
orte. E Heitor morreu naquela clareira e eu vi. Percebi isso quando seus olhos encontraram os meus pela última vez e a vida deixou seu corpo. A escuridão me envolve novamente. E, naquele insta
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