nte no ombro direito. O cheiro metálico do próprio sangue. O peso de um corpo pequeno e tenso sob o dele. E uma vo
forte, arregalados pela adrenalina, mas sem o pânico histérico que ele esperava de uma civil. Lábios cheios, apertados numa linha de concentração. Pele clara, agora manchada de vermelho, onde o sangue dele escorreu pelo decote do vestido preto. Havia uma pequena cicatriz fina logo ab
ele saiu rouca, queb
um lugar atrás do balcão. O convés ainda fervilhava lá fora. Gritos distantes. Passos. O eco de ordens em italian
lmente, sem olhar nos olh
s, já trabalhava. Elena Bianchi é um nome neutro demais. Ela tinha um sotaque napolitano escondido sob u
tto di te è una bu
do em você é
to. Os olhos castanhos enco
mexer antes que você desmaie de novo e eu te
ansado. Alessandro reconheceu aquele tipo de resistência. Era a mesma que ele viu no
s dele tentavam se fechar em torno do pulso dela. O sangue já não escorria com a mesma força, mas a camisa branca de Alessandro estava ar
exatamente
res da mansão Rossi, tinha mandado matar dois primos distantes da família dela três anos antes por causa de uma rota de contrabando em Bari. Isabella cresceu ou
com o filho de um aliado siciliano como se estivesse assinado um contrato de exportação. Isabella tinha vinte e seis anos. Formada em história da arte. Falava quatro línguas. Sonhava em su
u quebro as pernas do único amigo q
veneziano em nome de Elena Bianchi, tirou todo o dinheiro que conseguira esconder ao longo dos anos e embarcou no primeiro cruz
do estava deitado sobre ela, sangrando, e el
, mais para si mesma do que para ele. -
a risada rouca que vi
omens est
que se mexe - retrucou ela. - E eu não pre
socorros de emergência que o bar mantinha para cortes de coquetel. Com mãos firmes, apesar do tremor que tentava subir pelos br
m italiano, o corpo
Brucia d
Arde pra
ena. - Tenho certeza que você
que ainda circulava no sangue, estudavam cada detalhe do rosto dela. A cur
mou ele, a voz baixa, perigosa mes
se disse o sobrenome que faria ele a matar ali mesmo, ou pior: usá-la
é a morte neste convés - respondeu ela, segurando o ol
utavam contra a desconfiança. Ele era um homem que desconfiava de todo mundo, mas o corpo traía a mente. O ombro latejava, a cabeça p
or completo. Vozes se aproximavam.
o - murmurou Isabella. -
dele fecharam-se em torno do pulso dela com uma força brutal, quase
a lugar nenhum
om força demais. Uma linha fina e vermelha surgiu imediatamente, contrastando com a pele bronzeada. Alessandro sentiu o metal cortar a carne. Os olh
o dele, ainda quente no ombro, e a fina linha vermelha que ela acabara de abrir, misturava
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