s armas ainda quentes. Quando viram o Don ensanguentado atrás do balcão, com uma mulher des
lto, con il mirino ancora abba
s alto, a mira ainda baixa
ão silenciosa. Por um segundo, ele considerou a possibilidade de que aqueles homens não fossem mais
arregada da autoridade que ninguém ousava quest
com movimentos rápidos. O outro cobriu a saída, mas os olhos dele demoraram
ilhaços de vidro, manchas de sangue e passageiros chorando no chão. Cada sombra parecia esconder um cano de arma. O
nte para trancar a fechadura por dentro e puxar a trava de segurança. Depois empurrou uma cadeira pesada contra a maçaneta. Só então virou-se e encostou as costas na madeira, o rosto
o. A voz saiu firme, mas havia um tremor escondido por baixo. Ela també
mbro direito era um buraco sujo de sangue coalhado e tecido queimado pela pólvora. A bala tinha atravessado de lado, rasgando músculo, mas sem atingir osso. Ainda assim, sangrava, e doía. Mas a
a da cama king-size. O colchão afundou sob o peso dele. Ela ajoelhou-se entre as pernas abertas dele, o vestido preto manchado subindo pelas coxas. O contato era íntimo e perigoso
ou contra a ferida sem aviso. Alessandro soltou um grunhido baixo, os dentes cerrados. A mão livre dele foi direto para a coxa dela, apertando com força,
r e por algo mais escuro. Os olhos cinzentos n
suavizar a pressão. Os dedos tremiam levemente. Cada segundo que
s olhos semicerrados, a respiração pesada. Cada vez que ela se inclinava, o decote do vestido se abria mais, revelando a curva dos seios ainda manchados com o sangue dele da hora anterior. Ele odiava o qu
io ainda em caos. De repente, vozes baixas passaram no corredor. Italiano. Rápido. Alessandro ergueu a mão boa num gesto de silêncio. Is
gora ela estava de joelhos entre as pernas dele, com as mãos sujas do sangue dele, sentindo o calor da pele marcada por violência. Se ele descobrisse quem ela
erável, mas carregada de suspeita. - Podia ter corrido. Podia ter me deixado
egadios de sangue e álcool. A pergunta pesava no ar como uma acusação. Quando
sei o que é
ele. O cheiro dela, suor limpo, medo contido e algo doce por baixo, misturava-se ao metal do sangue. Alessandro sentia a dor latejar, mas por baixo dela crescia outra coisa mais primitiva e perigosa.
o medo. Em seguida, ofereceu a ele. Alessandro bebeu sem tirar os olhos dela, o uísque escorrendo pelo canto da boca. Uma gota desceu pelo queixo e pingou no peito nu. O álcool fez o que a doro dele. A respiração dela batia quente contra a pele do pescoço dele. Alessandro sentia o corpo reagir apesar da ferida. O sangue quente, o álcool no sistema, o cheiro del
a de distância. Precisava respirar. E principalmente, precisava lembrar quem ele era e o que o pai fari
ngelou, os olhos castanhos erguendo-se para os dele. Havia apenas alguns centímetros entre as bocas. O ar entre eles estava carregado de tudo o que não podiam dizer: menti
ouca, carregada de uma tensão que ia além da ferida. - Mentira continua sendo m
sentia contra o peito. Os olhos ardiam. O medo e o desejo se misturavam
ntre as pernas dele, o vestido subindo ainda mais. O calor era insuportável. O peito nu dele, suado e manchado de sangue seco, encostava nos seios dela a cada respiração trêmula. Havia medo n
apertou a nuca com mais força, não só de desejo, mas de uma necessidade feroz de provar que ela era real, que não ia desaparecer, que a mentira que ela carregava não ia destr
ço dela; o gosto de sal e sangue mistura-se, e ali ele soube
/0/20092/coverbig.jpg?v=f0cb13ab048ed17a807edf4699f256ec&imageMogr2/format/webp)