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O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO

Capítulo 3 Cabine 417

Palavras: 1831    |    Lançado em: 02/09/2026

s armas ainda quentes. Quando viram o Don ensanguentado atrás do balcão, com uma mulher des

lto, con il mirino ancora abba

s alto, a mira ainda baixa

ão silenciosa. Por um segundo, ele considerou a possibilidade de que aqueles homens não fossem mais

arregada da autoridade que ninguém ousava quest

com movimentos rápidos. O outro cobriu a saída, mas os olhos dele demoraram

ilhaços de vidro, manchas de sangue e passageiros chorando no chão. Cada sombra parecia esconder um cano de arma. O

nte para trancar a fechadura por dentro e puxar a trava de segurança. Depois empurrou uma cadeira pesada contra a maçaneta. Só então virou-se e encostou as costas na madeira, o rosto

o. A voz saiu firme, mas havia um tremor escondido por baixo. Ela també

mbro direito era um buraco sujo de sangue coalhado e tecido queimado pela pólvora. A bala tinha atravessado de lado, rasgando músculo, mas sem atingir osso. Ainda assim, sangrava, e doía. Mas a

a da cama king-size. O colchão afundou sob o peso dele. Ela ajoelhou-se entre as pernas abertas dele, o vestido preto manchado subindo pelas coxas. O contato era íntimo e perigoso

ou contra a ferida sem aviso. Alessandro soltou um grunhido baixo, os dentes cerrados. A mão livre dele foi direto para a coxa dela, apertando com força,

r e por algo mais escuro. Os olhos cinzentos n

suavizar a pressão. Os dedos tremiam levemente. Cada segundo que

s olhos semicerrados, a respiração pesada. Cada vez que ela se inclinava, o decote do vestido se abria mais, revelando a curva dos seios ainda manchados com o sangue dele da hora anterior. Ele odiava o qu

io ainda em caos. De repente, vozes baixas passaram no corredor. Italiano. Rápido. Alessandro ergueu a mão boa num gesto de silêncio. Is

gora ela estava de joelhos entre as pernas dele, com as mãos sujas do sangue dele, sentindo o calor da pele marcada por violência. Se ele descobrisse quem ela

erável, mas carregada de suspeita. - Podia ter corrido. Podia ter me deixado

egadios de sangue e álcool. A pergunta pesava no ar como uma acusação. Quando

sei o que é

ele. O cheiro dela, suor limpo, medo contido e algo doce por baixo, misturava-se ao metal do sangue. Alessandro sentia a dor latejar, mas por baixo dela crescia outra coisa mais primitiva e perigosa.

o medo. Em seguida, ofereceu a ele. Alessandro bebeu sem tirar os olhos dela, o uísque escorrendo pelo canto da boca. Uma gota desceu pelo queixo e pingou no peito nu. O álcool fez o que a dor

o dele. A respiração dela batia quente contra a pele do pescoço dele. Alessandro sentia o corpo reagir apesar da ferida. O sangue quente, o álcool no sistema, o cheiro del

a de distância. Precisava respirar. E principalmente, precisava lembrar quem ele era e o que o pai fari

ngelou, os olhos castanhos erguendo-se para os dele. Havia apenas alguns centímetros entre as bocas. O ar entre eles estava carregado de tudo o que não podiam dizer: menti

ouca, carregada de uma tensão que ia além da ferida. - Mentira continua sendo m

sentia contra o peito. Os olhos ardiam. O medo e o desejo se misturavam

ntre as pernas dele, o vestido subindo ainda mais. O calor era insuportável. O peito nu dele, suado e manchado de sangue seco, encostava nos seios dela a cada respiração trêmula. Havia medo n

apertou a nuca com mais força, não só de desejo, mas de uma necessidade feroz de provar que ela era real, que não ia desaparecer, que a mentira que ela carregava não ia destr

ço dela; o gosto de sal e sangue mistura-se, e ali ele soube

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O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO
O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO
“Alessandro Vitale é o Don mais temido da Camorra. Frio, violento e impossível de matar. Até o dia em que uma bala o encontra no meio do Atlântico e ele desaba ensanguentado nos braços de uma desconhecida. Isabella Rossi é a filha do seu pior inimigo. Criada para ser entregue em casamento como moeda de troca, ela foge usando um nome falso e um passaporte comprado. Não esperava salvar a vida do homem que sua família jurou destruir. Muito menos acabar trancada com ele numa cabine, com o gosto de uísque na boca e as mãos sujas do sangue dele. Eles estão bêbados. Feridos. E cheios de uma fome perigosa. Alessandro a prende contra a parede com o ombro ainda sangrando. A mão grande e suja de pólvora desce pela cintura dela, apertando com força demais. Isabella morde o lábio inferior dele para não gritar quando os dedos dele sobem por baixo do vestido. Nenhum dos dois pergunta o nome do outro. Só existe o estalo da porta trancada, o cheiro de sangue e sal, e o som úmido de pele contra pele. Na manhã seguinte, ele sumiu. Ela só tem marcas roxas no corpo e a certeza de que nada daquilo deveria ter acontecido. Meses depois, no altar, o teste de gravidez que Isabella esconde cai no chão diante de toda a família. O bebê que ela carrega é de Alessandro Vitale, o homem que deveria odiar e que agora vai reivindicar o que é dele.”