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O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO

Capítulo 4 Sem memória

Palavras: 1173    |    Lançado em: 02/09/2026

aboreando o metal do próprio sangue misturado ao suor dela. Isabella arquejou, a cabeça caindo para trás, as mãos ainda presas entre o peito dele e o dela. O u

uer o rosto. Os olhos cinzentos estavam escuros, nublados

rdenou, a voz rouca,

dindo sem delicadeza. O gosto de uísque e sangue se misturou de novo. Ela mordeu o lábio inferior dele com força suficiente para arranc

nchados com resquícios do sangue dele, ficaram expostos à luz amarelada da cabine. Alessandro baixou a cabeça e fechou a boca em torno de um mamilo, chupando com for

escuro dele. Ele puxou o cabelo dela para trás com a mão boa, expon

quanto sei

mo você está

isso. Só o barulho do oceano lá fora, o rangido

não o fez parar. Alessandro segurou os dois pulsos dela com a mão boa e os prendeu acima da cabeça dela contra o colchão. O corpo pesado dele cobr

com o som, o corpo i

car de joelhos e cotovelos, o rosto ainda pressionado contra o lençol. O vestido rasgado foi empurrado até a cintura. A calcinha f

ei già tutta

ê já está tod

polegar pressionando o clitóris em círculos duros, quase punitivos. Cada vez que el

nou ele contra a or

palhado pela dor e pelo álcool. O pau duro, grosso, já escorria pré-gozo quando ele se posicionou atrás dela. Não houv

ella g

o corpo dele batendo contra o dela com força suficiente para fazer a cabeceira da cama bater na parede. Cada investida arrancava um gemido abafado dela. Cada vez que ele

così... pro

ssim... exata

não sentir. Ou não se importar. Segurava o cabelo dela como uma rédea, controlando o ritmo que não tinha ritmo nenhum. Era s

idou da única

contrando cada estocada com violência igual. Alessandro xingou de novo, a voz falhando, e deu um tapa mais fo

angulado de Isabella. Alessandro segurou os dois pulsos dela acima da cabeça com uma mão só, o corpo inteiro pressionando o dela contra a cama. Os olhos cinz

ana... quanto

ma... como voc

tocada fundo, ele puxava o cabelo dela ou apertava mais os pulsos. A dor e o prazer se misturavam até não haver diferença. Isabella sentia

da cintura dele. Os músculos inte

ntou avisar, a

bafado contra a palma da mão dele, as paredes internas pulsando ao redor do pau dele em espasmos fortes. Alessandro acompanhou segundos depois. Enterrou-se até o limite, o corpo rígido, um gemido rouco e animal escapando da

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O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO
O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO
“Alessandro Vitale é o Don mais temido da Camorra. Frio, violento e impossível de matar. Até o dia em que uma bala o encontra no meio do Atlântico e ele desaba ensanguentado nos braços de uma desconhecida. Isabella Rossi é a filha do seu pior inimigo. Criada para ser entregue em casamento como moeda de troca, ela foge usando um nome falso e um passaporte comprado. Não esperava salvar a vida do homem que sua família jurou destruir. Muito menos acabar trancada com ele numa cabine, com o gosto de uísque na boca e as mãos sujas do sangue dele. Eles estão bêbados. Feridos. E cheios de uma fome perigosa. Alessandro a prende contra a parede com o ombro ainda sangrando. A mão grande e suja de pólvora desce pela cintura dela, apertando com força demais. Isabella morde o lábio inferior dele para não gritar quando os dedos dele sobem por baixo do vestido. Nenhum dos dois pergunta o nome do outro. Só existe o estalo da porta trancada, o cheiro de sangue e sal, e o som úmido de pele contra pele. Na manhã seguinte, ele sumiu. Ela só tem marcas roxas no corpo e a certeza de que nada daquilo deveria ter acontecido. Meses depois, no altar, o teste de gravidez que Isabella esconde cai no chão diante de toda a família. O bebê que ela carrega é de Alessandro Vitale, o homem que deveria odiar e que agora vai reivindicar o que é dele.”