icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO

Capítulo 5 Manhã de cinzas

Palavras: 1678    |    Lançado em: 02/09/2026

e uísque barato, perda de sangue e arrependimento. O ombro direito queimava sob o curativo tosco que mal segurava. Por um segundo, não soube onde estava. Depois a mem

a cabeça c

ura. As costas nuas estavam marcadas por arranhões vermelhos feitos pelas unhas dele, ou pelas dela, ele não lembrava com clareza. Havia uma mo

do. O peito subia e descia em respiração profunda e regular.

a voltou ante

ninguém salvava um Don da Camorra por bondade. Ele precisava sair dali antes que ela acordasse. Antes que

ndo ele se curvou para pegar as calças. Vestiu-se em silêncio absoluto, os olhos nunca deixando completamente

uilo tinha acontecido. Depois a razão prevaleceu. Ele não podia se dar ao l

zentos fixos no rosto adormecido dela. A voz saiu baixa, rou

darmi di te, c

iar em você, se

rrendo as marcas que

nante. E le bugie ucc

mbulante. E as mentir

com força. Ele a

ei dovuto

veria ter

segundo, como se esperasse

posso

posso

azio e saiu sem olhar para trás. A fechadura enga

acordou c

e abriram devagar. A cabeça doía como se tivesse sido partida ao meio. A boca estava seca, com gosto metálico de uísque e medo. E entre as pe

mória dos tapas. Havia marcas roxas nos pulsos, no formato exato de dedos grandes. Uma mordida escura no

cos, como estilhaços de

apas que ardiam. Os dedos que a abriram à força. A invasão brutal que a fez gritar. O peso dele. O c

e com pânico crescente. A camisa ensanguentada dele não estava mais no chão. As calças também não. A arma. O relógi

ha ido

o se ela fosse apenas mais uma noite que precisava ser apagada antes do nascer

mer tanto que ela precisou a

no espelho fluorescente. O que viu fez o estômago revirar com náusea real. Cabelo emaranhado e suado. Lábios inchados e roxos. Marcas de dedos nos quadris, fundas o suficiente para f

ização a atingiu com

ra vi

a de quem discute negócios, que a pureza dela era parte do contrato. Que o futuro marido, aquele homem siciliano de mãos grossas e olhos mortos, esperava receber uma noiva intocada. Isabella tinha car

não er

dela no meio do uísque, da dor e d

ília Rossi. O Don da Camorra que, segundo os sussurros, colecionava corpos como outros colecionavam relógios. E ela, bêbada, assustada e patetica

u pela garga

ra o próprio reflexo, a voz

cederam

se pudessem esconder a vergonha do próprio corpo. O primeiro soluço saiu baixo, quase envergonhado, abafado contra a palma. O segundo foi mais

a voz embargada e quebrad

as fechadas com força inútil, a mente repet

dade nos braços do in

ços, balançando a cabeça. - Se o meu pai so

ejar ainda mais. Ela se odiou com uma intensidade quase física. Odiou o uísque. Odiou a própria fraqueza. Odiou o fato de

esma, a voz rouca de tanto ch

medo de voltar para casa e ser descoberta, medo de que Alessandro

é a pele arder. Evitou olhar para baixo enquanto se limpava com mãos trêmulas. Cada gesto era uma confirmação nova da violação. Volt

seco e outras evidências que ela preferia não nomear. Mas o che

am quando tocaram o algodão. Pegou uma ponta do lençol e trouxe até o rosto com um gesto

aixo de tudo, inconfundível e aterrorizante, o

êncio, escorrendo pelo rosto enquanto

? - sussurrou contra o teci

que tentasse evitar, sentiu falta do cheiro de p

Reclame seu bônus no App

Abrir
O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO
O HERDEIRO DO DON: GRÁVIDA DO INIMIGO
“Alessandro Vitale é o Don mais temido da Camorra. Frio, violento e impossível de matar. Até o dia em que uma bala o encontra no meio do Atlântico e ele desaba ensanguentado nos braços de uma desconhecida. Isabella Rossi é a filha do seu pior inimigo. Criada para ser entregue em casamento como moeda de troca, ela foge usando um nome falso e um passaporte comprado. Não esperava salvar a vida do homem que sua família jurou destruir. Muito menos acabar trancada com ele numa cabine, com o gosto de uísque na boca e as mãos sujas do sangue dele. Eles estão bêbados. Feridos. E cheios de uma fome perigosa. Alessandro a prende contra a parede com o ombro ainda sangrando. A mão grande e suja de pólvora desce pela cintura dela, apertando com força demais. Isabella morde o lábio inferior dele para não gritar quando os dedos dele sobem por baixo do vestido. Nenhum dos dois pergunta o nome do outro. Só existe o estalo da porta trancada, o cheiro de sangue e sal, e o som úmido de pele contra pele. Na manhã seguinte, ele sumiu. Ela só tem marcas roxas no corpo e a certeza de que nada daquilo deveria ter acontecido. Meses depois, no altar, o teste de gravidez que Isabella esconde cai no chão diante de toda a família. O bebê que ela carrega é de Alessandro Vitale, o homem que deveria odiar e que agora vai reivindicar o que é dele.”