- O Pesad
Co
portamento deles deveria t
nem ameaças veladas. Ele trazia nos olhos uma expressão derrotada e nas mãos uma caixa de doces de uma pada
s caídos. - Você tem razão. Eu fui um covarde. A Helena perdeu a cabeça com as
. Eu queria tanto acreditar nele. Queria tanto que o homem que segurou minha mão
á, exausta pelas noites sem dormir e pelos enjoos matinais. Ele colocou
b
o teto da minha sala começou a girar em círculos lentos e disformes. Meus braços pesavam como se tivessem sido feitos de chumbo fun
do e Helena entrando com um sorriso satisfeito, seguida por Cecíl
uridão me eng
primeiro sentid
água sanitária barata, mofo de parede úmida e
uele cheiro do meu nariz, mas meus puls
fazia as luzes fracas do teto parecerem manchas amareladas dançando no escuro. Minha
s vezes até c
marrons. O ar estava gelado demais. Tentei me mexer e percebi que ves
reita e oxidada. Meus tornozelos e pulsos estgritar, mas a minha voz não passou
ca clan
ga que Robert havia colocado no meu chá ainda deixava meus reflexos lentos, mas o inst
próprio pai me entregou n
outor já tá terminando o café
azes amareladas, estava uma mulher de meia-idade com cabelos descoloridos presos num coque frouxo e um jaleco manchado. Ela lixava as
os, sentindo o couro rasgar a pele fina dos meus braços. - Você
ada rouca de fumante se
hote mesmo assinou a autorização e disse que você era louca e tentava cometer suicíd
t Collins virou cinzas naquele instante. Não havia mais pai. Não havia mais família. Havia apenas eu e a se
co manchado entrou, segurando uma bandeja com pinças longas e tubos de sucção. Ele tinha o ol
oz rouca, sem sequer olhar para o meu rosto. - Vamos log
inda - a mulher respondeu, se levantand
al ao lado da minha maca com um ruído estridente. Orado? - o homem perguntou,
Vou buscar - Marta respondeu, caminhando em
sa menina se debatendo qua
o que repousava em um canto. O motor velho deu um tranco
ertasse antes que a mulher voltasse com o
s milímetros. Contraí os músculos da mão, fechei o polegar contra a palma o máximo que pude, ignorando a dor la
asgou, deixando um rastro de s
s, ajustando as válvulas de
a fivela. Ela se soltou com facilidade. Me sentei rapidamente na maca,
iso imundo, o ranger do metal da ma
e virou a
ê pensa que
ram: uma bandeja pesada de aço inoxidável cheia de pinças pontiagudas. Com um gritodor, cambaleando para trás com as mãos ensanguentadas no rosto enquanto
ignorando a tontura que ainda nu
pudesse erguer a voz para gritar por socorro, empurrei o carrinho de remédios com o peso do meu corpo inteiro contra as pe
co gritava de dentro da sala, com a voz abafada
ra. Eu não sabia onde ficava a saída da frente, mas sabia que se encontrass
sito de materiais de limpeza. Entrei e tranquei a fechadura simples por dentro n
. Mas na parede do fundo havia uma janela basculante
fazendo cair, mas consegui me equilibrar e empurrar a tranca enferrujada da janela. O trinco emp
porta do depósito
e um dos seguranças rugiu do outro lado, desferindo um c
ertura da janela. O vidro quebrado da borda cortou a lateral da minha coxa,
uase três metros direto sobre um
da caía sobre Nova York, corta
e o meu ventre, protegi a ba
olei pela poça de lama, a dor se espalhando pelas minhas articulações, mas o cho
enhuma dor aguda no útero. Ap
lça sob a chuva torrencial. O avental cirúrgico ensopado colava ao meu corpo, a água gelada lavava o
va. Meu bebê
és batiam contra o asfalto frio da cidade rumo à única pessoa no mundo em qu
xaria ninguém deci
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