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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário

Capítulo 2 A ARTE DA SABOTAGEM

Palavras: 1438    |    Lançado em: 19/10/2026

CHAR

m um rangido leve nos pneus. Paguei a corrida rápido ante

m por mim. Eu conseguia sentir o rastro do sangue do meu lábio já seco e duro na pele, mas

m uma das mesas do fundo, mexendo no celular. Ajeitei o meu vestido e fui na direção dela. As

de Design juntas. No futuro eu pretendia fazer uma especialização na área de joias e gemologia porque a minha famíl

real, faleceu quando eu tinha apenas sete anos. Quando completei doze anos, meu pai e meu avô simplesmente me despacharam para um internato tradicional e isolado na Suíça, onde fiquei por um longo te

puseram. Nem imaginavam que eu tinha trancado a matrícula após um ano de

on se afastou do abraço, os olhos arrega

minha voz saindo rouca enquanto

Você está com u

u me case com um herdeiro de uma empresa e e

tico! - ela comentou.

vi na vida, que não sei quem é, mas aposto que é um babaca, idiota,

te, segurando a minha mão p

stava passando por essas turbulências ne

meu cabelo em um coque frouxo. - Mas por que você me chamou logo hoje, Moon? Fazia u

do afastar a náusea que

on sorriu de canto, os olhos brilhando com uma emoção contida. - É um cara que tem me ajudado a ver o mundo de outra forma. Ele me disse que

rriso, sentindo o bolo na garganta apertar. - Ma

esse almoço de noivado amanhã

a, cancela os meus cartões, me expulsa da faculdade e me joga na rua da amargura.

ixo, tentando quebrar

m bilionário absurda

eia de ser vendida como uma mercado

ndos, batendo os dedos na xícara de ca

é obrigada a fazer a sua futura sogra gostar de você.

m? Tenho qu

nem se tentar se estragar. Mas sua sogra deve ser tipo

que tenho que v

sei lá... Faç

minha mente como um est

atamente o que

i a Moon pela mão e a puxei pelo corredo

uagens e piercing. Viraria o pior

a carne e a dor física foi imediata, fazendo uma lágrima

ago - falei para o tatuador, apontando para a later

a a área delicada. A ardência da tinta entrando na minha carne me deixou completamente desconfortável, uma queimação contínua que pareci

ambém. Ela perdeu o medo e pediu para a profissional colocar um piercing na pepeka e fazer

lmente esquisita, larga e com um corte bizarro que destruía qualquer pose aristoc

descontei direto no caixa, guardando os maços de dinheiro vivo na minha bolsa. Se o meu pai tentasse me matar ou o meu avô tivess

indo ao descolorante agir no meu cabelo castanho. Quando a tinta roxa e azul f

om os meus olhos azuis cinzentos, contrastando com o piercing de prata f

ra com uma careta engraçada por causa do piercing novo na pepeka. - Agora você definitivamente nã

nte - respondi, fechando a minha bolsa cheia de dinheiro com um prazer sombrio. - Vamo

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Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário
“DOIS CAOS COLIDINDO EM UM CASAMENTO NASCIDO DE UM MAL-ENTENDIDO. ELA QUERIA UM MARIDO DE ALUGUEL PELA LIBERDADE. ELE PRECISAVA DE UMA NOIVA DE FACHADA PARA PEITAR A FAMÍLIA. Para fugir do noivo prometido, ela decidiu se casar com o primeiro desconhecido que encontrou na noite. Charlotte Fronckowiak tem vinte e três anos, um corpo cheio de curvas e uma rebeldia alimentada pelo abandono da família. Quando seu pai tenta obrigá-la a assinar um contrato de casamento com o herdeiro oculto do império Zeiberg para salvar a holding da falência, ela cria o plano de sabotagem perfeito: encontrar um marido de aluguel no submundo para anular o arranjo pelo crime de bigamia. Com a bolsa cheia de dinheiro vivo, ela invade a Erotic's Boys disposta a contratar um gigolô. Arthur Aguiar Montez quer distância do luxo. Ele apagou o sobrenome Zeiberg do registro legal, esconde o dinheiro da mãe controladora e gerencia o balcão da boate no Quarto Distrito. Quando recebe um ultimato para se casar com uma herdeira rica, ele decide encontrar uma noiva de fachada para recuperar sua liberdade definitiva. O destino joga os dois no mesmo balcão. Charlotte bebe além da conta, é assaltada na calçada e desmaia nos braços do barman arrogante e sem camisa. Sem dinheiro e sem rumo, ela propõe um casamento no papel. Ele aceita o trato de graça para peitar a mãe. Eles assinam os papéis sem saber que estão casando exatamente com a pessoa de quem tentavam fugir. Agora, sem luxo, falidos e dividindo um teto modesto no Quarto Distrito, eles vão viver o pior perrengue de suas vidas. Ela acha que comprou um gigolô. Ele acha que salvou uma patricinha desastrada. E O LEITOR VAI DESCOBRIR QUE O CASAMENTO PERFEITO NASCE DO CAOS MAIS ABSOLUTO.”